Atendimento à mulher em situação de violência é destaque na programação do aniversário de Teresina

Como mais uma etapa de elaboração do projeto InTHEgra Mulher, representantes da Casa da Mulher Brasileira de Campo Grande (MS), apresentaram nesta terça-feira (06), para o prefeito Firmino Filho e diversos gestores municipais e estaduais o serviço humanizado da casa, que é referência nacional no atendimento à mulher em situação de violência.

A apresentação que faz parte da programação do aniversário de Teresina foi realizada pela Subsecretária de Políticas para a Mulher, Carla Stephanini, acompanhada da coordenadora Geral da Casa da Mulher Brasileira Tai Loschi, ambas de Campo Grande (MS).

De acordo com Carla Stephanini, os trabalhos da Casa da Mulher Brasileira têm chamado atenção pelos bons resultado desde sua inauguração, em 2015.

“A Casa funciona muito bem e tem sido referência para outros locais, como é o caso de Teresina. No espaço conseguimos integrar todos os serviços de justiça, Ministério Público, Defensoria Pública, Poder Judiciário, Delegacia de Atendimento à mulher em um único lugar com atendimento 24 horas. Abraçamos a causa e aumentamos o número de funcionários para que o atendimento seja cada vez melhor”, pontuou.

Ainda segundo Carla, a proteção e acolhimento à mulher em situação de violência promovido pela casa pode contribuir para implantação do Inthegra. “Essa troca de experiência pode contribuir pela troca de vivências após quatro anos de funcionamento da casa com bons resultados”, esclareceu.

Para a Secretária Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Macilane Gomes, o principal objetivo é construir e implementar o Inthegra Mulher, para isso, buscou inspiração a nível de Brasil na Casa da Mulher Brasileira.

“Após uma visita, conhecemos todo o funcionamento da casa e concluímos que é possível um atendimento eficaz e integrado. Hoje foi mostrado um pouco do funcionamento da casa para os gestores e para o prefeito compreenderem a importância desse serviço. Trouxemos o que existe de mais avançado para estar socializando com o intuito de avançar e dar continuidade em um serviço que já existe a nível de Brasil”, finalizou a secretária.

Projeto Inthegra Mulher, tem por objetivo dispor de modo integrado diferentes serviços de atendimento às mulheres que possibilitem o desenvolvimento da autonomia, autoestima e empoderamento feminino das mulheres Teresinense.

III Colóquio Vozes discute políticas de enfrentamento à violência contra mulher

Como parte da programação do Aniversário de 167 anos de Teresina, o Centro de Referência Esperança Garcia (CREG) promoverá o III Colóquio Vozes – Rompendo o Silêncio da Violência contra a Mulher, com a presença da Rede de enfrentamento à violência. O evento será realizado no CREG, nesta quarta-feira (07), às 8h30.

A atividade tem como principal objetivo promover um espaço para relato de experiência das mulheres em situação de violência atendidas pela Rede, reforçar o fortalecimento do fluxograma de atendimento, além de refletir sobre a Rede de atendimento à mulher em situação de violência.

Na oportunidade, cinco mulheres darão depoimentos de como a violência começou na vida delas, como foram tratadas ao buscar ajuda e como estão tentando romper o ciclo.

Para a coordenadora do Cento de Referência Esperança Garcia, Roberta Mara, a atividade é um momento de extrema importância, pois essas mulheres vão tirar o silenciamento do tema e fazer uma avaliação da rede de enfrentamento.

“Será um momento onde elas estarão encorajadas a falar sobre a violência, não só no instante em que sofreram, mas o que sentiram na pele ao acionar a rede de atendimento. Através dessas mulheres vamos saber como foi passar por toda a rede estando fragilizadas”, destaca a coordenadora.

 

Secretaria da mulher apresenta amanhã (06) experiência da Casa Mulher Brasileira de Campo Grande

Nesta terça-feira (06), representantes da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) apresentam a experiência exitosa da Casa Mulher Brasileira de Campo Grande (MS) e a proposta oficial do espaço Inthegra Mulher para os gestores municipais e da Rede de atendimento à Mulher em situação de Violência. O evento, que faz parte da programação do aniversário de Teresina, acontece às 11h30, no Salão Nobre do Palácio da Cidade, na Prefeitura de Teresina.

“O principal objetivo dessa apresentação é de mostrar a real possibilidade de uma experiência integrativa e intersetorial. A partir da experiência da casa da Mulher Brasileira é possível fazer o Inthegra de forma mais referenciada”, destaca a gerente de Enfrentamento à Violência da SMPM, Lidiane Oliveira.

O Inthegra é um espaço que deve ser construído pela Prefeitura de Teresina com diversos serviços disponíveis a mulheres do município.  No espaço devem ser realizados serviços como, capacitações, atividades lúdicas, esportivas, biblioteca, formação profissional, dentre outros.

“A proposta é que o local seja construído em um ponto de Teresina em que integre todas as mulheres ao serviço, fortalecendo ainda mais a rede de atendimento à mulher, desde a qualificação, até a mulher em situação de violência”, finaliza a gerente.

 

Secretaria da Mulher disponibiliza curso de confecção de bolsas em tecido

As mulheres da região Sudeste terão uma boa oportunidade de qualificação profissional. Inicia nessa segunda-feira (05), e segue até o dia 09, as inscrições para curso de confecção de bolsas em tecido, ofertado pela Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), em parceria como o SENAI. As inscrições devem ser realizadas na SMPM, que fica localizada na Rua Agripino Maranhão, 235, bairro Noivos.

O curso, que tem como objetivo promover a autonomia produtiva e financeira das mulheres, acontece nos turnos manhã e tarde, com previsão de início para o dia 19 de agosto. A carga horária é de 160 horas aulas.

“Nossa pretensão é oferecer a essas mulheres oportunidade de crescimento pessoal e profissional. E mais ainda, fazer com que elas vejam sua importância em nossa sociedade, que reconheçam cada vez mais as suas capacidades. Com o curso de confecção de bolsas, elas vão ter a chance de aprender uma profissão, se inserir no mercado de trabalho formal ou mesmo desenvolver atividades autônomas”, pontua a gerente de Enfrentamento à Violência da SMPM, Lidiane Oliveira.

Para realizar a inscrição, é necessário levar cópia do CPF, da Carteira de Identidade (RG), declaração de escolaridade, comprovante de residência com CEP. É necessário ainda estar cursando no mínimo o 7º ano do Ensino Fundamental no ato da inscrição e ter 18 anos. A candidata será submetida ainda a um processo seletivo.

“No teste seletivo, ao qual as candidatas serão submetidas, constará questões de português e matemática, e acontecerá na SMPM, no dia 13 de agosto, às 8h para a turma da manhã, e às 14 horas para a turma da tarde”, finaliza a gerente.

 

Representantes do Mato Grosso compartilham experiência exitosa de atendimento à mulher em Fórum

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) realiza na próxima segunda-feira (05) o Fórum do Projeto Balançando a Rede. O evento, que acontece no auditório do Procon Municipal a partir das 8h30, será mediado pela coordenadora de Políticas Pública para Mulheres, Tai Loschi, e pela subsecretária municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Carla Stephanini, ambas de Campo Grande (MT).

Segundo a gerente de Transversalidade e Articulação da SMPM, Adriana Carvalho, Tai Loschi e Carla vão socializar informações da Casa da Mulher Brasileira, localizada em Campo Grande, que tem apresentado bons resultados desde sua inauguração, em 2015.

“O espaço tem um bom funcionamento e tem sido referência para vários estados, por conseguiram integrar todos os serviços de justiça, Ministério Público, Defensoria Pública, Poder Judiciário e Delegacia de Atendimento à Mulher em um único lugar com atendimento 24 horas”, pontua a gerente.

A atividade contará ainda com a participação dos diversos órgãos que compõem a Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, para discutir e alinhar seus papéis no fluxo de atendimento.

“Nosso principal objetivo é encontrar estratégias e intervenções exitosas para que a mulher caminhe na rede de atendimento com segurança, tendo a garantia de um acompanhamento efetivo, e assim assegurar, cada vez mais, os direitos que lhe cabem”, explica Adriana.

O Projeto Balançando a Rede se dá por meio da realização de diálogos técnicos com os órgãos que compõem a Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, visando conhecer e promover melhorias na implementação dos serviços, programas, projetos e ações nas políticas públicas no município de Teresina.

 

 

Secretaria da Mulher participa de caminhada em protesto contra a violência às mulheres

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) participa nesta quinta-feira (01) da Passeata Silenciosa em Protesto à Violência Contra a Mulher. A caminhada, denominada “Quinta-Feira Preta”, é uma realização da Sociedade de Mulheres Metodistas no Piauí e acontece na Avenida Frei Serafim, a partir das 17h.

A “Quinta-feira Preta” é uma campanha realizada em todo Brasil em que mulheres e homens saem às ruas vestidos de preto, com faixas e cartazes, com o objetivo de protestar e conscientizar sobre a violência contra a mulher.

“Essa será uma caminhada silenciosa, onde vamos chamar atenção pelo número de pessoas e pelo silêncio, pois a violência é caracterizada pelo silêncio das vítimas. Então vamos estar somando forças a essas mulheres para que elas se sintam cada vez mais seguras a romper o silêncio”, esclarece a gerente de Articulação e Transversalidade da SMPM, Adriana Carvalho.

A atividade segue a programação com diversas palestras nos dias 02, 03 e 04 de agosto na Igreja Metodista, localizada na Rua João Cabral, nº 3131, Centro de Teresina, a partir das 17h.

SMPM divulga campanha e informações contra assédio para mulheres do CRAS Sul

Cerca de vinte mulheres do Grupo de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do CRAS Sul IV receberam informações sobre vários tipos de assédio nesta semana. A atividade foi realizada pela Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SPMP) e incluiu também a divulgação da campanha de enfrentamento ao assédio sexual #naotedeiliberdade.

A assistente social e técnica da gerência de enfrentamento a violência contra a mulher da SMPM, Caroline Leal, comandou a conversa com as mulheres e destacou a importância da informação no combate a este tipo de violência.

“No momento sensibilizamos as usuárias para a prevenção e combate à violência contra mulher, com destaque para o assédio e importunação sexual, que são importantes expressões desta violência. Divulgamos, também, os serviços de proteção a mulher da nossa capital, como o Centro de Referência Esperança Garcia, bem como as ações desta secretaria para prevenção a violência de gênero e empoderamento feminino”, pontuou.

Ascom/SMPM

Por considerar um tema muito importante, a dona de casa, Maria Gorete, levou a filha de dez anos para participar junto com ela e adquirir informações sobre os seus direitos. “Sempre que participo de palestras que julgo importante a presença dela, eu levo junto comigo. Acredito que estou preparando ela para esse mundo, que não está nada fácil”, afirmou.

O Centro de Referência Esperança Garcia oferece tratamento psicológico, social e assistência jurídica a mulheres em situação de violência em Teresina. É um serviço da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres em parceria com a Ação Social Arquidiocesana e funciona de 08 às 14 horas, na Rua Benjamin Constant, 2170 – Centro Norte. Mais informações: (86) 3233-3798.

Secretaria leva campanha de combate a violência contra a mulher para empresa

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM) levou a campanha Laço branco para a empresa JAP, localizada na zona sul de Teresina. A campanha tem como objetivo sensibilizar, envolver e mobilizar os homens no engajamento em ações pelo fim de todas as formas de violência contra a mulher, em prol da equidade de gênero e justiça social

Na última sexta-feira de cada mês, a JAP reúne todos os colaboradores no horário do almoço para uma roda de compartilhamento. Segundo Ariele Gomes, assistente de recursos humanos da empresa, o “Compartilhamento” é um momento importante na empresa, porque “envolve o compartilhamento de informações com os funcionários assim como é tratado alguma temática do mês. A gente pensou no tema do machismo em alusão ao dia do homem, 15 de julho. O objetivo é mais sobre passar algo informativo, que seja inovador para eles e que agregue algo em suas vidas”, disse.

A roda de conversa “Compartilhando” foi conduzida pelo Historiador e Sociólogo Lucas Melo, convidado pela SMPM, por meio da campanha. Em sua fala, Lucas pontuou a importância de entender o que é o machismo na sociedade, como essa prática se materializa, chegando a ser naturalizada, através de comportamentos comuns aos homens taxados como normais.

A assistente social e técnica da gerência de enfrentamento a violência contra a mulher da SMPM, Caroline Leal, levou uma dinâmica para os colaboradores da JAP, que consistiu em várias mensagens de cunho machistas que são popularmente conhecidas como “ coisa de homem”. Além disso, Lucas pontuou a importância da equidade de gênero em ambientes laborais.

O analista de departamento pessoal, Pablo Victor disse que foi muito importante reunir os funcionários da JAP para ouvir sobre o machismo e pontuou que a luta contra o machismo deve ser diária. “ A gente caminha pouco a pouco em direção à desconstrução do machismo, a gente tem que conseguir olhar e tratar o outro da forma que queremos ser tratados independente do gênero, olhar as pessoas como olhamos para nós mesmos, como iguais, então essa campanha é muito importante porque conscientiza a gente a rever posturas e nos reeducarmos no dia a dia”, comentou.

Wânia Pasinato participa de reunião com equipe interna da SMPM

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) recebeu, nesta segunda-feira (22), a doutora Wânia Pasinato. A consultora de projetos relacionados aos temas de violência contra a mulher irá participar da segunda etapa do projeto Balançando a Rede através de uma capacitação que tem início nesta terça-feira (23) na sede do Centro de Referência Esperança Garcia.

O projeto Balançando a Rede é responsável pela reordenação do fluxo de atendimento à mulher em situação de violência no Piauí. “Neste primeiro momento estive reunida apenas com a equipe interna, onde foram pautados alguns dos desafios do projeto e aprimoramento do fluxo de atendimento à mulher em situação de violência. Amanhã, a reunião será com toda a rede de atendimento e será exposto outro instrumento de trabalho chamado Frida, que é um formulário de avaliação para as mulheres em situação de violência”, pontuou Wânia.

Segundo Gerente de Articulação e Transversalidade, Adriana Carvalho, o entendimento do funcionamento da rede é de fundamental importância para a melhoria dos serviços. “A proposta é que a gente consiga, de fato, fazer com que a rede funcione cada vez mais através da articulação das instituições realizando um fluxo de atendimento eficaz a essas mulheres”, destacou a gerente ao acrescentar que a capacitação segue até o dia 25 de julho.

Rede de atendimento à mulher em situação de violência discute formulário FRIDA

A Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM) recebeu, nesta semana, a professora doutora Wânia Pasinato para apresentação do Formulário FRIDA, um documento de avaliação de risco à mulher em situação de violência física e familiar. O formulário tem como objetivo medir o risco que essas mulheres se encontram e direcionar medidas de proteção que melhor se encaixem em cada situação.

Os encontros foram sediados na sede da SMPM e no Centro de Referência Esperança Garcia (CREG), através do projeto da SMPM Balançando a Rede, que recebeu os órgãos que compõe a rede de atendimento à mulher em situação de violência, visando conhecer e promover melhorias na implementação dos serviços, programas, projetos e ações nas Políticas Públicas para Mulheres no município de Teresina.

A apresentação do FRIDA foi feita por Wânia Pasinato, perita nacional do Projeto Diálogos Setoriais: União Europeia-Brasil, que tem o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), por meio da Comissão de Defesa dos Direitos Fundamentais, presidida pelo conselheiro Valter Shuenquener, como um dos responsáveis.

Segundo Wânia, o “FRIDA foi inspirado em experiências internacionais em formulários de avaliação de risco e o nosso propósito foi construir um modelo adequado no Brasil. É um formulário formado por quatro partes. Uma parte é feita com 19 perguntas. Tem uma parte de uma classificação do risco, uma  mais qualitativa a ser feita pelo profissional de atendimento, e tem uma parte de gestão do risco, ou seja, uma vez classificado o risco que essa mulher está enfrentando, seja baixo, médio ou alto,  qual é a resposta que o estado, através da rede de atendimento, pode dar para essa mulher, fazendo o encaminhamento através dos serviços que formam a rede”, esclareceu.

Além disso, o FRIDA é, de acordo com Wânia, um instrumento que apoia a solicitação das medidas preventivas, porque o profissional que vai preencher esse documento tem a oportunidade de fazer constar algumas informações sobre a situação em que a mulher se encontra, por exemplo.

A assessora técnica da SMPM, Ana Patrícia, participou dos encontros. Ela explica a importância de se ter um documento como o FRIDA em Teresina. “A partir da apresentação deste formulário, foi pensado o que deve ser realizado posteriormente até que ele seja implementado. A rede vai discutir essa utilização do formulário no dia a dia de trabalho e, a partir daí, vamos conversar com os gestores das instituições para que estejam capacitados e preparados para utilizar o formulário”, explicou.

O formulário FRIDA vai ajudar no atendimento especializado a mulher que sofre violência doméstica e familiar. É um documento que reúne informações detalhadas e organizadas que podem ajudar o Juiz a conceder a aplicação das medidas de proteção à mulher em situação de violência. “A decisão da medida preventiva é do juiz, ele só vai receber um conjunto de informações mais organizadas e melhor fundamentadas para ajudá-lo na sua decisão. Mas o FRIDA não é só para isso, é também um instrumento que nos ajuda, enquanto rede de atendimento, a direcionar o atendimento dessas mulheres entre os diferentes serviços, mas atendimentos que tenham consequência para essa mulher, que garantam que ela vai circular de um serviço ao outro e que entre os serviços as respostas vão de fato ajudá-la, seja oferecendo uma orientação ou um atendimento, acolhendo aquela mulher que está precisando mais”, esclareceu Wânia Pasinato.

Em Teresina, a rede de atendimento à mulher que irá utilizar o formulário posteriormente é formada pelo Centro de Referência da Mulher em situação de Violência – Esperança Garcia (CREG), o Centro de Referência Estadual da Mulher em Situação de Violência – Francisca Trindade, as delegacias especializadas no atendimento à mulher, o Núcleo das Promotorias de Justiça de Defesa da Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar (NUPEVID), Serviço de Atenção às Mulheres Vítimas de Violência Sexual – Maternidade Dona Evangelina Rosa ( SAMVVIS) e o Tribunal de Justiça do Piauí –  Coordenadoria da mulher em situação de violência doméstica e familiar.