Guardas participam de capacitação para atendimento às mulheres vítimas de violência

 

Teve início, nesta segunda-feira (10), o curso de capacitação dos agentes da Guarda Civil Municipal de Teresina (GCM) que irão atuar no atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica, acompanhadas pela Guarda Maria da Penha. O curso acontece no auditório da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi). Cada turma terá duração de uma semana e será ministrado para 20 guardas por vez. Ao final do cronograma, serão mais 260 agentes da corporação capacitados para o atendimento especializado para mulheres.

O curso é realizado através da parceria entre Semcaspi e a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) e tem como objetivo instrumentalizar os guardas para a atuação através da perspectiva de gênero, visando o fortalecer as ações de enfrentamento à violência contra a mulher e a ampliar a rede de atendimento à vítima. Além disso, a Guarda Maria da Penha tem a função de fiscalizar o cumprimento das medidas protetivas determinadas pela justiça para as mulheres atendidas pela SMPM.

“O objetivo da capacitação é trabalhar com os guardas o tema dentro da transversalidade, refletindo com eles os aspectos de respeito aos direitos humanos e a dignidade humana para qualificar o atendimento de mulheres que se encontram nessa situação de vulnerabilidade à violência de gênero. Assim, o trabalho da Guarda Municipal reafirma o compromisso de contribuir para a efetividade das medidas protetivas destinada às mulheres que sofrem violência em nossa capital”, afirmou a secretária da Semcaspi, Janaína Carvalho.

O curso aborda temas como o entendimento sobre a definição de violência doméstica e familiar, comunicação não-violenta, contexto da violência de gênero no Brasil e diagnóstico de violência contra a mulher em Teresina. Os guardas também são instruídos para o uso dos protocolos e fluxos específicos de atendimento das mulheres assistidas pelo Centro de Referência de Atendimento à Mulher Vítima de Violência “Esperança Garcia”.

A gerente de enfrentamento à violência contra a mulher da SMPM, Lidiane Oliveira, fala sobre a importância das ações de formação e lembra a data que marca os 14 anos da Lei Maria da Penha, celebrada no último dia 07 de agosto.

“Iniciamos mais uma turma de capacitação para a Guarda Maria da Penha, visando sensibilizar estes novos agentes públicos para compreender o fenômeno da violência contra a mulher e agir a partir dessa compreensão. Justamente no mês de agosto, quando a gente celebra 14 anos da Lei Maria da Penha, essa importante lei que veio para proteger as mulheres e garantir os direitos a elas, inclusive para ratificar a necessidade da Guarda Maria da Penha dentro das políticas existentes de proteção às mulheres”, disse Lidiane.

O serviço Guarda Maria da Penha foi desenvolvido em Teresina ainda em janeiro de 2020, quando 20 agentes da GCM foram formados para atender as ocorrências em um projeto-piloto. Em oito meses de atuação das equipes, somaram mais de 420 acompanhamentos realizados.

Guardas Municipais são capacitados para atuação no projeto Patrulha Maria da Penha

Compreender o fenômeno da violência contra a mulher. É com este objetivo que está sendo realizada uma capacitação com os guardas municipais que vão atuar no projeto Patrulha Maria da Penha. A atividade iniciou nesta segunda-feira (13) e segue até quinta-feira (16), nos turnos manhã e tarde, no auditório da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).

“Hoje trabalhamos o conceito de gênero, violência e patriarcado, apresentando os tipos de violência existentes e os números dentro da nossa cidade. Nos outros dias de capacitação vamos trabalhar dentro da perspectiva do módulo ‘vamos’, que são módulos de sensibilização para a temática de violência. Nosso objetivo é deixar esses profissionais cada vez mais preparados e com o olhar de gênero para homens e mulheres, eles precisam compreender o que é esse fenômeno de violência contra a mulher”, destacou a gerente de Enfrentamento à Violência da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Lidiane Oliveira.

Segundo Marfisa Mota, assessora técnica da Semcaspi, o projeto servirá para proteger e monitorar as medidas protetivas direcionadas às mulheres vítimas de violência no município de Teresina. “Essa é uma iniciativa bastante louvável, principalmente nesse momento que vivemos da realidade brasileira, no qual mulheres sofrem violência a todo momento. Então, a Patrulha vai ter esse importante trabalho dentro da sociedade e da nossa cidade, além de prevenir, proteger e monitorar, ela tem um papel educativo”, afirmou.

A guarda municipal Lorena Sousa, uma das participantes da capacitação, se diz feliz em participar da atividade, e que assim vai poder proporcionar a essas mulheres um atendimento mais adequado. “Não podemos apenas assistir esses casos de violência, temos que agir, e a Guarda Municipal está aqui para fazer esse acolhimento adequado. Estamos muito felizes em receber esse treinamento, pois vamos poder oferecer esse acolhimento diferenciado e qualificado”, afirmou.

A Patrulha Maria da Penha é uma iniciativa da Semcaspi em parceria com a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM). O projeto que funciona também em alguns lugares do país como, Rio de Janeiro, Rondônia, consiste na realização de visitas periódicas às residências de mulheres em situação de violência doméstica e familiar para verificar o cumprimento das medidas protetivas de urgência e reprimir eventuais atos de violência.

Guardas Municipais são capacitados para atuação no projeto Patrulha Maria da Penha

Compreender o fenômeno da violência contra a mulher. É com este objetivo que está sendo realizada uma capacitação com os guardas municipais que vão atuar no projeto Patrulha Maria da Penha. A atividade iniciou nesta segunda-feira (13) e segue até quinta-feira (16), nos turnos manhã e tarde, no auditório da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).

“Hoje trabalhamos o conceito de gênero, violência e patriarcado, apresentando os tipos de violência existentes e os números dentro da nossa cidade. Nos outros dias de capacitação vamos trabalhar dentro da perspectiva do módulo ‘vamos’, que são módulos de sensibilização para a temática de violência. Nosso objetivo é deixar esses profissionais cada vez mais preparados e com o olhar de gênero para homens e mulheres, eles precisam compreender o que é esse fenômeno de violência contra a mulher”, destacou a gerente de Enfrentamento à Violência da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Lidiane Oliveira.

Segundo Marfisa Mota, assessora técnica da Semcaspi, o projeto servirá para proteger e monitorar as medidas protetivas direcionadas às mulheres vítimas de violência no município de Teresina. “Essa é uma iniciativa bastante louvável, principalmente nesse momento que vivemos da realidade brasileira, no qual mulheres sofrem violência a todo momento. Então, a Patrulha vai ter esse importante trabalho dentro da sociedade e da nossa cidade, além de prevenir, proteger e monitorar, ela tem um papel educativo”, afirmou.

A guarda municipal Lorena Sousa, uma das participantes da capacitação, se diz feliz em participar da atividade, e que assim vai poder proporcionar a essas mulheres um atendimento mais adequado. “Não podemos apenas assistir esses casos de violência, temos que agir, e a Guarda Municipal está aqui para fazer esse acolhimento adequado. Estamos muito felizes em receber esse treinamento, pois vamos poder oferecer esse acolhimento diferenciado e qualificado”, afirmou.

A Patrulha Maria da Penha é uma iniciativa da Semcaspi em parceria com a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM). O projeto que funciona também em alguns lugares do país como, Rio de Janeiro, Rondônia, consiste na realização de visitas periódicas às residências de mulheres em situação de violência doméstica e familiar para verificar o cumprimento das medidas protetivas de urgência e reprimir eventuais atos de violência.

                                                                                  

Com apoio do Google projeto capacitará mulheres da zona Norte de Teresina

Uma equipe do Instituto Rede Mulher Empreendedora, em parceria com o Google, realizará na quarta (04) e quinta-feira (05), uma capacitação sobre empreendedorismo para mulheres da zona Norte de Teresina. A atividade faz parte do projeto ‘ELA PODE’ e visa garantir às mulheres independência financeira e poder de decisão sobre seus negócios e suas vidas. A ação será realizada no Amor de Tia Norte, localizado na Rua Antônio Pedro S/N, bairro Matadouro, a partir das 13h.

Em um cenário preocupante de violência de gênero, onde mulheres se sentem muitas vezes acuadas e dependentes dos maridos ou companheiros dentro do ciclo de violência, a proposta vem como uma alternativa de independência e autonomia. A multiplicadora do programa ‘ELA PODE’ no Piauí, Rosemary Farias, falou sobre as atividades do projeto e em como ele contribui para o empoderamento feminino.

“O Programa fortalece as participantes porque através da troca de experiências elas percebem que não estão sozinhas, que podem desenvolver e fortalecer competências e habilidades para superarem os desafios da desigualdade de gênero e violência doméstica. É libertador levar as mulheres a perceber a força que cada uma tem, de transformar sua própria vida.  Me sinto muito feliz em poder fazer parte disso e contribuir voluntariamente para que mulheres possam se tornar mais fortes”, contou Rosemary Farias.

Ainda, segundo Rosemary na oportunidade as participante irão aprender mais sobre liderança, marca pessoal, negociação, networking, mídias digitais e finanças.

A gerente de Articulação e Transversalidade da SMPM, Adriana Carvalho, falou sobre o projeto e deixou o convite para todas as mulheres da capital. “Vamos ofertar a capacitação para as mães do Amor de Tia, mas as mulheres da comunidade em geral podem participar. Sabemos que nem todas pensam em ser empreendedoras, mas a capacitação pode fomentar esse desejo dentro delas”, finalizou.

A capacitação, que faz parte da programação da campanha dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher, acontece desde o dia 25 de novembro em Teresina e é uma realização da Prefeitura de Teresina, através da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres (SMPM).

ELA PODE

Ela Pode é uma iniciativa do Instituto Rede Mulher Empreendedora com o apoio do Google, cujo objetivo é capacitar 135 mil mulheres brasileiras, garantindo independência financeira e poder de decisão sobre seus negócios e vidas.

As capacitações são oferecidas gratuitamente para mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica, de acordo com as demandas apresentadas em cada região, com atenção especial para o Norte e Nordeste.

No Piauí, os treinamentos já contemplaram as mulheres das cidades de Demerval Lobão, Miguel Alves, Parnaíba, e agora em Teresina.

Para a oportunidade serão ofertadas em torno de 50 vagas. As inscrições podem ser realizadas mediante preenchimento de formulário do Google disponível através do link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfPgKBtiTdHVMZAxTsxaL-fGIsZiIZAxAmgEQPL0OFsWEKuWA/viewform, disponível também na biografia do Instagram: @elaempreendepiaui.

Profissionais da Secretaria da Mulher são capacitados para atenderem homens agressores

Representantes da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) participaram na quarta-feira (30) e hoje (31) de capacitação, promovida pelo Tribunal de Justiça do Piauí, que tinha por objetivo instruir profissionais para o atendimento e acompanhamento de homens e agressores, estimulando uma reflexão nesse público sobre a prática de violência.

A Secretária Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Macilane Gomes, explica que o trabalho vem sendo aperfeiçoado a partir de projetos que já existem na Secretaria, como o Laço Branco, Grupo Renascer, dentre outros. “Estamos agora aperfeiçoando a partir de uma metodologia desenvolvida por grupos e núcleos em Brasília voltados para essa flexão de abordagem com os homens. Essa metodologia que é voltada para formação de facilitadores é bastante importante”, afirmou.

O palestrante João Wesley Domingues, que faz parte do Núcleo Judiciário da Mulher e do Juizado da Mulher no Núcleo Bandeirantes de Brasília (DF), destacou a importância da atividade e explicou como ela pode ajudar na conscientização da problemática de violência contra a mulher.

“Na violência doméstica familiar contra a mulher o estado e a maioria das instituições sempre deram atenção necessária, obviamente, à mulher, entendendo que somente a mulher está no ciclo de violência. E não havia o entendimento de que o homem também faz parte desse ciclo e ele não consegue sair. Por isso, é muito importante levá-los a refletirem sobre o delito que eles cometeram”, destacou João Wesley Domingues.

O mediador ressaltou ainda que somente o processo punitivo para homens agressores não soluciona todo o problema de violência. Segundo João Wesley, aqueles que não passam pelo processo reflexivo e restaurativo tendem a não mudarem de comportamento e cometerem novamente atos de violência.

No Distrito Federal, o projeto tem três anos e meio e já atendeu mais de 2.700 homens. O objetivo é reproduzir o modelo em todo o Brasil. Os grupos de reflexão para atividades na capital de Teresina ainda não foram definidos, deverão ser implantados posteriormente.

 

 

Professores e coordenadores são capacitados para o ensino da Lei Maria da Penha nas Escolas

Representantes da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) realizaram nesta segunda-feira (19), capacitação de professores e coordenadores do município quanto ao Ensino da Lei Maria da Penha em Cordel nas Escolas. A capacitação aconteceu no Centro de Formação Professor Odilon Nunes.

Neste primeiro momento, a atividade contou também com a participação da doutora e professora da Universidade Federal do Piauí, Bárbara Jhones, que desenvolveu uma oficina sobre o tema de forma interativa. Logo em seguida, o evento foi conduzido pela gerente de Enfrentamento à Violência da SMPM, Lidiane Oliveira.

“Na oportunidade trabalhamos a perspectiva de discutir gênero e violência dentro da realidade de onde esses professores estão inseridos. Muitas vezes são para eles que essas crianças falam sobre as violências vivenciadas no ambiente doméstico, então os professores devem estar munidos de informações para saber como e para onde encaminhar essa criança e essa família”, pontua a gerente.

Para Simone Brandão, coordenadora pedagógica da escola Marcílio Rangel de Farias, localizada na Santa Bárbara, esse é um momento importante, pois além aprender mais para ensinar às crianças sobre a Lei Maria da Penha, por meio das informações adquiridas, os professores saberão auxiliar no encaminhamento necessário para cada caso de violência identificado.

“A região da escola em que trabalho é de uma vulnerabilidade social muito grande, em que as violências acontecem de todas as formas com as crianças. com as mães. E a gente precisa levar esses esclarecimentos para que sejam tomadas as devidas providências para cada caso, além de procurar promover cada vez mais uma educação de gênero e uma equidade entre meninas e meninos”, pontua a coordenadora.

Após a capacitação dos professores, a próxima etapa é levar, a partir do dia 02 de setembro, o projeto Lei Maria da Penha em Cordel para as escolas. De início, o total de 20 escolas vão ser visitadas. A visita deve contar ainda, com a presença do Cordelista, Tião Simpatia.

Segundo dados da Secretaria da Mulher, de 2014 até 2019 foram contabilizados mais de 65 mil crianças que já tiveram a oportunidade de escutar, ler e assistir à apresentação da Lei Maria da Penha em Cordel nas escolas.