Praça do Monte Horebe recebe plantio de árvores

Árvores das especíes flamboyant mirim, jasmim-manga, jasmim laranja e chapéu de napoleão agora compõem a paisagem da praça do Monte Horebe, localizada na zona Sudeste de Teresina. Um total de 40 mudas foram plantadas na manhã desta sexta-feira (29), em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 8 de Março.

O Superintendente da SDU Sudeste, Evandro Hidd, colaboradoras, comunidade e autoridades participaram do plantio.“Essa ação teve grande simbologia para o mês em que se celebra o Dia da Mulher. Encerramos aqui toda uma agenda dedicada às mulheres, que se iniciou com palestras, ginástica, café da manhã, e encerra com o plantio de árvores significando cada mulher que contribui diariamente para uma cidade melhor e mais fraterna”, descreveu.

A ação contou ainda com o apoio da Secretária Municipal de Políticas Públicas Para Mulheres (SMPM) e Coordenadoria de Arborização. No espaço, foram plantadas mudas de árvores de médio e pequeno porte. A intervenção ocorrida nesta manhã conclui a agenda março mulher, promovida pela SDU Sudeste, como explica a Secretária de Políticas Públicas Para Mulheres, Macilane Gomes.

“Uma das agendas propostas pela SDU Sudeste, em conformidade com o Dia da Mulher, foi o plantio de árvores em uma praça que tem grande importância para a comunidade, além de ser um lugar que precisaríamos ocupar de maneira positiva. A partir disso, chegamos até o Superintendente Evandro Hidd e acordamos, além do plantio, a pintura na cor lilás, como representatividade da simbologia dessas mulheres”, explicou Macilane Gomes.

Para a servidora da SDU Sudeste, Tauna Oliveira, o momento foi de descontração, como também de promover ações positivas. “Essas atividades desenvolvidas ao ar livre são essenciais para que possamos interagir fora do ambiente de trabalho. Mas, sem dúvidas, também foi um momento onde contribuímos para o desenvolvimento sustentável da nossa cidade. Teresina é conhecida como Cidade Verde e, para manter essa imagem, cada um de nós deve contribuir”, finalizou.

SDU Sudeste fará o plantio de 40 mudas em referência ao Dia da Mulher

Servidoras da Superintendência de Desenvolvimento Urbano Sudeste (SDU Sudeste) e a comunidade farão o plantio de 40 mudas de árvores nesta sexta-feira (29), a partir das 8h da manhã, na Praça do Monte Horebe, localizada na zona Sudeste de Teresina.A atividade será realizada em referência ao Dia da Mulher, celebrado mundialmente dia 8 de março.

A ação ocorrerá em parceria com a Coordenaria de Arborização e Secretária Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM). A praça também recebeu reforço em limpeza com ações de capina e roço.

O plantio das mudas simbolizará a feminilidade e importância de cada mulher presente no dia. Com essa ação, o órgão busca reconhecer o valor da mulher, além de incentivar a preservação do meio ambiente, tornando o local mais leve e agradável para o convívio em comunidade. Além disso, os bancos foram pintados na cor lilás, com o intuito de reforçar ainda mais a simbologia no dia.

O gerente de Serviços Urbanos Sudeste, Marcelo Mourão, conta que suas equipes estiveram no local realizando intervenções em limpeza através da capina e roço.

“O espaço já se encontra adequadamente limpo para proporcionar a melhor experiência no dia do evento. A equipe esteve no local fazendo a limpeza, bem como solucionando outras necessidades existentes”, informou Marcelo Mourão.

Ainda neste mês, colaboradoras da SDU Sudeste foram recepcionadas com palestra, café da manhã, aferição de pressão e ginástica aeróbica, também em alusão ao dia da mulher. Naquela ocasião, o encontro aconteceu no estacionamento do prédio.

Servidoras discutem assédio e desafios de ser mulher

As servidoras da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos (Sema) se reuniram nesta sexta-feira (22) para discutir as conquistas e os desafios de ser mulher. O evento, organizado pelo Núcleo de Desenvolvimento de Recursos Humanos da Sema, em parceria com uma equipe da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM), também apresentou a campanha “Não te dei liberdade”, que atua no enfrentamento ao assédio nas mais diferentes esferas da sociedade.

“Não podemos naturalizar o assédio. Ele impede que as mulheres tenham pleno acesso aos seus direitos. E a Secretaria está estudando um protocolo que ajude as servidoras a denunciarem possíveis casos e dar os devidos encaminhamentos. Além disso, a Prefeitura já conta com o Centro Esperança Garcia, que oferece atendimento psicológico, jurídico e social às mulheres em situação de violência”, destacou a psicóloga Tathyana Bernardes, da gerência de Enfrentamento à Violência contra a Mulher da SMPM.

Membro do grupo de trabalho da Sema, Francisca Ramos, reforçou a necessidade de os homens participarem de discussões como a de hoje. “Temos que trazer os homens para esse debate. Não adianta a gente debater e eles continuarem na mesa do bar reproduzindo as piadinhas machistas”, defendeu.

Presente no encontro, o secretário municipal de Administração e Recursos Humanos, Nonato Moura, ressaltou que as mulheres, hoje, são maioria no mercado de trabalho e que estes espaços, alcançados diariamente, ajudam a descontruir uma herança cultural que as desprivilegiavam. “As mulheres se destacam no ambiente de trabalho por suas características intelectuais e emocionais, elas são agregadoras, preparadas e estão ocupando cargos de liderança dentro das organizações tanto públicas como privadas”, concluiu.

CRAS Sul I promove debate sobre violência contra mulher

O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Sul I, localizado na região do Conjunto Portal da Alegria, no Bairro Porto Alegre, recebeu na manhã de hoje (18) palestra sobre a violência contra a mulher. A ação foi ministrada por uma das Assistentes Sociais do Centro de Referência Esperança Garcia (CREG), Maria da Graça Rocha Carvalho e contou a presença de cerca de 50 pessoas.

Segundo a assistente social do CRAS Sul I, Rosângela da Silva Mendes, a palestra “buscou iniciar um diálogo com os usuários do CRAS e ressaltar a importância da formalização das denúncias em casos de violência contra mulher”.

O Centro de Referência Esperança Garcia é coordenado pela Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), que oferece assistência jurídica, psicológica e social às vítimas de violência doméstica e familiar por meio de uma equipe multidisciplinar. A psicóloga, assistente social e assessora jurídica atendem e acompanham a mulher até ela estar preparada para voltar a seguir sua caminhada sozinha.

As ações do Centro de Referência não se limitam aos atendimentos. As mulheres fazem cursos profissionalizantes e participam de eventos para levantar a autoestima, como corte de cabelo, piqueniques, sessões de cinema. A sede está localizada na Rua Benjamin Constant, 2170. Mais informações sobre os serviços oferecidos pelo centro podem ser obtidas por meio do telefone: (86) 3233-3798.

Sobre os CRAS

Os Centros de Referência de Assistência Social são unidades públicas, vinculadas à Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), que atuam com famílias e indivíduos, visando à orientação e ao convívio sociofamiliar e comunitário. Visam fortalecer os vínculos familiares e sociais; possibilitar o acesso ao direito e a cidadania; além de fortalecer o protagonismo e a autonomia dos indivíduos e grupos da comunidade, através do desenvolvimento de suas potencialidades; dentre outros.

Beleza Oculta oferta serviços para recuperar autoestima de mulheres

O Centro de Referência Esperança Garcia (CREG) realizou, na manhã de hoje (15), em parceria com a Fundação Wall Ferraz, mais uma edição do Beleza Oculta, que visa levar serviços de beleza para as mulheres em situação de violência. Foram oferecidos os serviços de corte e escova de cabelo, maquiagem e design de sobrancelhas.

Segundo a coordenadora do CREG, Roberta Mara, o Beleza Oculta foi criado para elevar a autoestima das mulheres tolhida pelo ciclo de violência pelo qual elas passaram. “Percebemos que a mulher precisa se valorizar e perceber que muitas vezes a sua beleza está oculta e precisa ser revelada”, afirmou.

Ana* frequenta o CREG há três anos e já está saindo do ciclo de violência. “O Beleza Oculta levanta o nosso astral. Já estou bem recuperada, fazendo psicoterapia, mas não sei viver mais sem o CREG. Eu sempre venho porque me sinto bem”, disse.

O Centro de Referência Esperança Garcia possui uma equipe multidisciplinar que oferece atendimento psicológico, social e jurídico das 8h às 14h, de segunda a sexta-feira, na Rua Benjamin Constant, 2170. É administrado pela Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), em parceria com a Ação Social Arquidiocesana (ASA). Mais informações pelo número (86) 3233-3798.

*Ana é um nome fictício para proteger a identidade da entrevistada.

Não Te Dei Liberdade: Câmara Técnica discute assédio e Plano Municipal

Na manhã desta terça-feira (12) aconteceu a terceira reunião do ano da Câmara Técnica de Políticas Públicas para Mulheres de Teresina, composta por todas as secretarias da Prefeitura. No encontro, foram discutidos o monitoramento do Plano Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, e a Campanha “Não te Dei Liberdade”, que visa diminuir o assédio na cidade de Teresina.

Após estudo, a pós-doutora em gênero, Wânia Pasinato, fez novos indicadores para o Plano Municipal, facilitando o monitoramento. “Fizemos a replicação desses indicadores para que as secretarias possam mandar os seus dados e nós possamos monitorar como o andamento do Plano está acontecendo”, afirmou Lisian Oliveira, gerente de Articulação e Transversalidade da SMPM.

A segunda pauta destacou a campanha “Não te dei liberdade” que busca discutir de forma ampla o assédio moral, importunação sexual e difamação. “Abordamos esses temas e como esses técnicos podem fazer para replicar junto às suas secretarias formas de enfrentamento, principalmente, indicar os lugares que as mulheres que são importunadas ou sofrem qualquer tipo de violência possam procurar ajuda ou o sistema de justiça”, concluiu Lisian.

O Plano Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres foi revisado e tem oito eixos, 39 linhas de ação e 194 ações previstas e funciona como um instrumento de gestão relacionado à saúde, educação, cultura e lazer das mulheres.

Eventos em homenagem às mulheres marcam o dia 8 de março em Teresina

No Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta sexta-feira (08), o Prefeito de Teresina, Firmino Filho, se reuniu com mulheres de diversas áreas para ouvir suas demandas durante audiência na sede da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres.Também foi lançada a Agenda Março Mulher 2019 e a Campanha “Não Te Dei Liberdade”, além da comemoração do aniversário de quatro anos de criação do Centro de Referência Esperança Garcia (CREG).

“É uma alegria muito grande receber em audiência todo o movimento de mulheres. A pauta busca trazer os grandes desafios das mulheres no presente, que as políticas sociais sirvam às mulheres de forma mais qualificada, temos o desafio de fazer com que as mulheres possam ter mais oportunidades, desafio de fazer com que possa existir mais respeito. Portanto, para nós, é um momento de saudar as mulheres por toda a sua história, por toda a sua luta, mas também é um momento para refletir e ver as dificuldades que ainda restam para ser enfrentadas”, salientou Firmino.

A Agenda Março Mulher 2019 foi marcada pelo lançamento da Campanha “Não Te Dei Liberdade”, que procura informar sobre os diversos tipos de assédio que as mulheres sofrem, seja na rua, no trabalho, no transporte público ou nas festas. Desse modo, as atividades da Agenda vão tratar o tema.

“A Agenda é construída com ações da SMPM, da rede de enfrentamento à violência e demais segmentos da sociedade. Esse ano, em nossas atividades, falaremos sobre o assédio. É aquele psiu que incomoda, a agressão travestida de elogio, o olhar penetrante que deixa a mulher exposta. O fato de usar um shortinho ou estar em um ambiente público de diversão não significa que você está dando liberdade para um assédio. Aquilo que importuna, incomoda a mulher, vira assédio”, afirmou a secretária municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Macilane Gomes.

A representante do Banco Mundial, Ana Luísa Lima, apresentou o projeto “Vamos!”, que visa diminuir a desigualdade de gênero e relações de poder e alterar as normas sociais e comportamentos permissíveis à violência contra a mulher.

“Hoje é um dia muito importante para a parceria. Nessa luta, para essa causa, todos somos um pouco especialistas de gênero, todos temos um papel importante na promoção da igualdade de gênero. Minha mensagem é apenas para confirmar que a questão da violência não é uma questão privada, é uma questão de saúde pública, global, afeta não somente vidas individuais como toda a sociedade”, explicou Ana Luísa.

No aniversário do CREG, que atende mulheres em situação de violência, a coordenadora Roberta Mara, relembrou que Teresina é uma capital que possui um diagnóstico da violência, em que foi dado visibilidade ao que precisa ser feito. “Assim a PMT, através da SMPM, em parceria com ASA, vem implementando a política pública para mulheres, notoriamente, aqui no CREG, superando desafios, driblando a crise, honrando a gestão participativa, cooptando e empoderando as mulheres que aqui vem. Valorizamos cada pedacinho desse espaço, que não parece público, mas é, que acolhe a mulher, não julga pelas suas escolhas”, finalizou Roberta.

SMPM lança Agenda Março Mulher 2019 e realiza Audiência Mulheres com prefeito

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres lança, na próxima sexta-feira (08), a Agenda Março Mulher 2019 e comemora os 4 anos do Centro de Referência Esperança Garcia (CREG). O evento acontecerá no CREG, localizado na Rua Benjamin Constant, 2170, às 9h. No mesmo dia, às 11h30, o prefeito de Teresina, Firmino Filho, recebe mulheres em audiência no Salão Nobre do Palácio da Cidade.

A Agenda Março Mulher 2019 traz como tema o assédio por meio da Campanha “Não te dei liberdade”, que também será explicada na ocasião. O CREG foi escolhido por ser um espaço que acompanha mulheres em situação de violência com acolhimento psicossocial e jurídico em um ambiente totalmente preparado para recebê-las. Também estarão presentes a rede de atendimento às mulheres em situação de violência e o Conselho Municipal do Direito da Mulher de Teresina.

“Março é um mês simbólico, de reinvindicação, de luta, de reflexão, de fortalecimento sobre as políticas públicas para mulheres. É um mês histórico, alusivo a data de 8 de março, mas a SMPM, considerando a sua natureza de articulação e fomento e canal de diálogo, vai realizar uma série de atividades em parceria com as secretarias municipais, sociedade civil e rede de atendimento à mulher, desenvolvendo rodas de conversas, palestras, diálogos com os diversos seguimentos. Este ano focaremos em um tema que é muito importante para nós mulheres, que é o assédio”, pontuou a secretária da SMPM, Macilane Gomes.

Na Audiência Mulheres com o prefeito Firmino Filho representantes de diversas entidades colocarão suas demandas para o gestor e a representante do Banco Mundial, Ana Luiza Gomes, apresentará as parcerias com o Governo do Piauí e da Prefeitura Municipal.

Mulheres Resilientes = Cidades Resilientes reúne órgãos de Teresina e região metropolitana

Com temática voltada para o empoderamento da mulher aconteceu em Teresina a reunião do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) que abordou sobre Mulheres Resilientes = Cidades Resilientes. Participaram a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) e a Câmara Técnica dos Direitos da Mulher na manhã de quarta-feira (30).

Também estavam presentes organismos de políticas públicas de Teresina, Demerval Lobão, Timon, Nazária e José de Freitas sobre o programa Mulheres Resilientes = Cidades Resilientes.

O programa tem como objetivo desenvolver atividades voltadas para o empoderamento econômico das mulheres piauienses como revela a gerente de articulação e transversalidade da SMPM, Lisian Oliveira. “Esses municípios foram escolhidos porque participam da rede de desenvolvimento econômico do território entre rios e almejamos que as mulheres tenham empoderamento, construindo respostas eficientes ao desafio que é a inclusão econômica dentro do mercado formal de trabalho. Esperamos que os próximos meses sejam de muito trabalho”, revelou.

Desse modo, o programa Mulheres Resilientes = Cidades Resilientes pretende promover a autonomia financeira de mulheres de 18 a 29 anos, por serem as que mais sofrem mortalidade materna e são as maiores vítimas de feminicídio. Com mulheres autônomas e mais resistentes à crises, o território também ganha, inclusive com a diminuição da pobreza.

Essa experiência voltada ao gênero na região metropolitana de Teresina será a primeira da América Latina e durante os próximos meses, as atividades desenvolvidas pelo PNUD Brasil em parceria com os órgãos municipais e estaduais serão baseadas na metodologia combo, que se aplica atividades multidimensionais aos problemas, ao invés de intervenções fragmentadas que geralmente são aplicadas nesses casos.

A metodologia combo consiste na elaboração e aplicação de ferramentas para diagnósticos dos problemas no nível municipal, identificação e desenho de intervenções aceleradoras do alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nos municípios, elaboração de plano de trabalho e estratégia de mobilização de recursos para implementação das ações de gênero em nível municipal, fortalecimento das capacidades dos municípios para integrar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nos documentos de planejamento e orçamento locais e no desenvolvimento de um protótipo para monitoramento online da implementação das ações planejadas.

Sexualidade é tema de conversa com mulheres em situação de violência

Sofrer uma violência pode afetar a sexualidade de uma mulher. Pensando nisso, o Centro de Referência Esperança Garcia (CREG) levou na manhã desta quinta-feira (31) a sexóloga e ginecologista Andrea Rufino para falar sobre saúde e sexualidade com as mulheres em situação de violência atendidas pela casa.

Para Andrea Rufino, é importante conhecer as mulheres, saber as demandas, dúvidas e o que mexe com elas quando o assunto é sexualidade. “É preciso saber qual a realidade delas, o que elas querem, quais curiosidades elas têm. E a partir disso ofertar conhecimento, uma reflexão sobre a sexualidade na vida delas, como é vivenciada”, explicou a sexóloga.

Durante o papo, Rufino desmistificou tabus e falou sobre a importância de conhecer o próprio corpo, inclusive como um meio de se empoderar. “Será que a sexualidade é vivenciada para dar prazer, satisfação, plenitude, ou é um veículo de sofrimento, submissão a um relacionamento que não faz mais sentido? Queremos ajudá-las a ter clareza de como fazer bom uso da sexualidade e como ela pode ser um veículo de empoderamento pessoal”, disse.

Segundo a psicóloga do CREG, Tanandra Borges, após sofrer uma violência, muitas mulheres se questionam sobre o seu papel enquanto mulher. “A sexualidade vai além do sexo e muitas vezes desenvolver isso é complicado após uma violência doméstica, muitas têm um bloqueio para novos relacionamentos. Muitas também entram em um novo relacionamento sem perceber que vivenciavam uma violência no relacionamento anterior e começam a reproduzir um novo ciclo de violência”, pontuou.

Tanandra ainda alertou que falar do tema é importante, pois você pode alertar a mulher de que ela vive uma violência sexual que muitas vezes ela nem percebe. “Como muitos agressores são parceiros íntimos, maridos, companheiros, namorados, tem uma relação que muitas vezes pode ser uma violência sexual velada”, finalizou a psicóloga.