III Colóquio Vozes discute políticas de enfrentamento à violência contra mulher

Como parte da programação do Aniversário de 167 anos de Teresina, o Centro de Referência Esperança Garcia (CREG) promoverá o III Colóquio Vozes – Rompendo o Silêncio da Violência contra a Mulher, com a presença da Rede de enfrentamento à violência. O evento será realizado no CREG, nesta quarta-feira (07), às 8h30.

A atividade tem como principal objetivo promover um espaço para relato de experiência das mulheres em situação de violência atendidas pela Rede, reforçar o fortalecimento do fluxograma de atendimento, além de refletir sobre a Rede de atendimento à mulher em situação de violência.

Na oportunidade, cinco mulheres darão depoimentos de como a violência começou na vida delas, como foram tratadas ao buscar ajuda e como estão tentando romper o ciclo.

Para a coordenadora do Cento de Referência Esperança Garcia, Roberta Mara, a atividade é um momento de extrema importância, pois essas mulheres vão tirar o silenciamento do tema e fazer uma avaliação da rede de enfrentamento.

“Será um momento onde elas estarão encorajadas a falar sobre a violência, não só no instante em que sofreram, mas o que sentiram na pele ao acionar a rede de atendimento. Através dessas mulheres vamos saber como foi passar por toda a rede estando fragilizadas”, destaca a coordenadora.

 

Secretaria da mulher apresenta amanhã (06) experiência da Casa Mulher Brasileira de Campo Grande

Nesta terça-feira (06), representantes da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) apresentam a experiência exitosa da Casa Mulher Brasileira de Campo Grande (MS) e a proposta oficial do espaço Inthegra Mulher para os gestores municipais e da Rede de atendimento à Mulher em situação de Violência. O evento, que faz parte da programação do aniversário de Teresina, acontece às 11h30, no Salão Nobre do Palácio da Cidade, na Prefeitura de Teresina.

“O principal objetivo dessa apresentação é de mostrar a real possibilidade de uma experiência integrativa e intersetorial. A partir da experiência da casa da Mulher Brasileira é possível fazer o Inthegra de forma mais referenciada”, destaca a gerente de Enfrentamento à Violência da SMPM, Lidiane Oliveira.

O Inthegra é um espaço que deve ser construído pela Prefeitura de Teresina com diversos serviços disponíveis a mulheres do município.  No espaço devem ser realizados serviços como, capacitações, atividades lúdicas, esportivas, biblioteca, formação profissional, dentre outros.

“A proposta é que o local seja construído em um ponto de Teresina em que integre todas as mulheres ao serviço, fortalecendo ainda mais a rede de atendimento à mulher, desde a qualificação, até a mulher em situação de violência”, finaliza a gerente.

 

Secretaria da Mulher disponibiliza curso de confecção de bolsas em tecido

As mulheres da região Sudeste terão uma boa oportunidade de qualificação profissional. Inicia nessa segunda-feira (05), e segue até o dia 09, as inscrições para curso de confecção de bolsas em tecido, ofertado pela Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), em parceria como o SENAI. As inscrições devem ser realizadas na SMPM, que fica localizada na Rua Agripino Maranhão, 235, bairro Noivos.

O curso, que tem como objetivo promover a autonomia produtiva e financeira das mulheres, acontece nos turnos manhã e tarde, com previsão de início para o dia 19 de agosto. A carga horária é de 160 horas aulas.

“Nossa pretensão é oferecer a essas mulheres oportunidade de crescimento pessoal e profissional. E mais ainda, fazer com que elas vejam sua importância em nossa sociedade, que reconheçam cada vez mais as suas capacidades. Com o curso de confecção de bolsas, elas vão ter a chance de aprender uma profissão, se inserir no mercado de trabalho formal ou mesmo desenvolver atividades autônomas”, pontua a gerente de Enfrentamento à Violência da SMPM, Lidiane Oliveira.

Para realizar a inscrição, é necessário levar cópia do CPF, da Carteira de Identidade (RG), declaração de escolaridade, comprovante de residência com CEP. É necessário ainda estar cursando no mínimo o 7º ano do Ensino Fundamental no ato da inscrição e ter 18 anos. A candidata será submetida ainda a um processo seletivo.

“No teste seletivo, ao qual as candidatas serão submetidas, constará questões de português e matemática, e acontecerá na SMPM, no dia 13 de agosto, às 8h para a turma da manhã, e às 14 horas para a turma da tarde”, finaliza a gerente.

 

Representantes do Mato Grosso compartilham experiência exitosa de atendimento à mulher em Fórum

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) realiza na próxima segunda-feira (05) o Fórum do Projeto Balançando a Rede. O evento, que acontece no auditório do Procon Municipal a partir das 8h30, será mediado pela coordenadora de Políticas Pública para Mulheres, Tai Loschi, e pela subsecretária municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Carla Stephanini, ambas de Campo Grande (MT).

Segundo a gerente de Transversalidade e Articulação da SMPM, Adriana Carvalho, Tai Loschi e Carla vão socializar informações da Casa da Mulher Brasileira, localizada em Campo Grande, que tem apresentado bons resultados desde sua inauguração, em 2015.

“O espaço tem um bom funcionamento e tem sido referência para vários estados, por conseguiram integrar todos os serviços de justiça, Ministério Público, Defensoria Pública, Poder Judiciário e Delegacia de Atendimento à Mulher em um único lugar com atendimento 24 horas”, pontua a gerente.

A atividade contará ainda com a participação dos diversos órgãos que compõem a Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, para discutir e alinhar seus papéis no fluxo de atendimento.

“Nosso principal objetivo é encontrar estratégias e intervenções exitosas para que a mulher caminhe na rede de atendimento com segurança, tendo a garantia de um acompanhamento efetivo, e assim assegurar, cada vez mais, os direitos que lhe cabem”, explica Adriana.

O Projeto Balançando a Rede se dá por meio da realização de diálogos técnicos com os órgãos que compõem a Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, visando conhecer e promover melhorias na implementação dos serviços, programas, projetos e ações nas políticas públicas no município de Teresina.

 

 

Secretaria da Mulher participa de caminhada em protesto contra a violência às mulheres

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) participa nesta quinta-feira (01) da Passeata Silenciosa em Protesto à Violência Contra a Mulher. A caminhada, denominada “Quinta-Feira Preta”, é uma realização da Sociedade de Mulheres Metodistas no Piauí e acontece na Avenida Frei Serafim, a partir das 17h.

A “Quinta-feira Preta” é uma campanha realizada em todo Brasil em que mulheres e homens saem às ruas vestidos de preto, com faixas e cartazes, com o objetivo de protestar e conscientizar sobre a violência contra a mulher.

“Essa será uma caminhada silenciosa, onde vamos chamar atenção pelo número de pessoas e pelo silêncio, pois a violência é caracterizada pelo silêncio das vítimas. Então vamos estar somando forças a essas mulheres para que elas se sintam cada vez mais seguras a romper o silêncio”, esclarece a gerente de Articulação e Transversalidade da SMPM, Adriana Carvalho.

A atividade segue a programação com diversas palestras nos dias 02, 03 e 04 de agosto na Igreja Metodista, localizada na Rua João Cabral, nº 3131, Centro de Teresina, a partir das 17h.

SMPM divulga campanha e informações contra assédio para mulheres do CRAS Sul

Cerca de vinte mulheres do Grupo de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do CRAS Sul IV receberam informações sobre vários tipos de assédio nesta semana. A atividade foi realizada pela Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SPMP) e incluiu também a divulgação da campanha de enfrentamento ao assédio sexual #naotedeiliberdade.

A assistente social e técnica da gerência de enfrentamento a violência contra a mulher da SMPM, Caroline Leal, comandou a conversa com as mulheres e destacou a importância da informação no combate a este tipo de violência.

“No momento sensibilizamos as usuárias para a prevenção e combate à violência contra mulher, com destaque para o assédio e importunação sexual, que são importantes expressões desta violência. Divulgamos, também, os serviços de proteção a mulher da nossa capital, como o Centro de Referência Esperança Garcia, bem como as ações desta secretaria para prevenção a violência de gênero e empoderamento feminino”, pontuou.

Ascom/SMPM

Por considerar um tema muito importante, a dona de casa, Maria Gorete, levou a filha de dez anos para participar junto com ela e adquirir informações sobre os seus direitos. “Sempre que participo de palestras que julgo importante a presença dela, eu levo junto comigo. Acredito que estou preparando ela para esse mundo, que não está nada fácil”, afirmou.

O Centro de Referência Esperança Garcia oferece tratamento psicológico, social e assistência jurídica a mulheres em situação de violência em Teresina. É um serviço da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres em parceria com a Ação Social Arquidiocesana e funciona de 08 às 14 horas, na Rua Benjamin Constant, 2170 – Centro Norte. Mais informações: (86) 3233-3798.

Secretaria leva campanha de combate a violência contra a mulher para empresa

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM) levou a campanha Laço branco para a empresa JAP, localizada na zona sul de Teresina. A campanha tem como objetivo sensibilizar, envolver e mobilizar os homens no engajamento em ações pelo fim de todas as formas de violência contra a mulher, em prol da equidade de gênero e justiça social

Na última sexta-feira de cada mês, a JAP reúne todos os colaboradores no horário do almoço para uma roda de compartilhamento. Segundo Ariele Gomes, assistente de recursos humanos da empresa, o “Compartilhamento” é um momento importante na empresa, porque “envolve o compartilhamento de informações com os funcionários assim como é tratado alguma temática do mês. A gente pensou no tema do machismo em alusão ao dia do homem, 15 de julho. O objetivo é mais sobre passar algo informativo, que seja inovador para eles e que agregue algo em suas vidas”, disse.

A roda de conversa “Compartilhando” foi conduzida pelo Historiador e Sociólogo Lucas Melo, convidado pela SMPM, por meio da campanha. Em sua fala, Lucas pontuou a importância de entender o que é o machismo na sociedade, como essa prática se materializa, chegando a ser naturalizada, através de comportamentos comuns aos homens taxados como normais.

A assistente social e técnica da gerência de enfrentamento a violência contra a mulher da SMPM, Caroline Leal, levou uma dinâmica para os colaboradores da JAP, que consistiu em várias mensagens de cunho machistas que são popularmente conhecidas como “ coisa de homem”. Além disso, Lucas pontuou a importância da equidade de gênero em ambientes laborais.

O analista de departamento pessoal, Pablo Victor disse que foi muito importante reunir os funcionários da JAP para ouvir sobre o machismo e pontuou que a luta contra o machismo deve ser diária. “ A gente caminha pouco a pouco em direção à desconstrução do machismo, a gente tem que conseguir olhar e tratar o outro da forma que queremos ser tratados independente do gênero, olhar as pessoas como olhamos para nós mesmos, como iguais, então essa campanha é muito importante porque conscientiza a gente a rever posturas e nos reeducarmos no dia a dia”, comentou.

Rede de atendimento à mulher em situação de violência discute formulário FRIDA

A Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM) recebeu, nesta semana, a professora doutora Wânia Pasinato para apresentação do Formulário FRIDA, um documento de avaliação de risco à mulher em situação de violência física e familiar. O formulário tem como objetivo medir o risco que essas mulheres se encontram e direcionar medidas de proteção que melhor se encaixem em cada situação.

Os encontros foram sediados na sede da SMPM e no Centro de Referência Esperança Garcia (CREG), através do projeto da SMPM Balançando a Rede, que recebeu os órgãos que compõe a rede de atendimento à mulher em situação de violência, visando conhecer e promover melhorias na implementação dos serviços, programas, projetos e ações nas Políticas Públicas para Mulheres no município de Teresina.

A apresentação do FRIDA foi feita por Wânia Pasinato, perita nacional do Projeto Diálogos Setoriais: União Europeia-Brasil, que tem o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), por meio da Comissão de Defesa dos Direitos Fundamentais, presidida pelo conselheiro Valter Shuenquener, como um dos responsáveis.

Segundo Wânia, o “FRIDA foi inspirado em experiências internacionais em formulários de avaliação de risco e o nosso propósito foi construir um modelo adequado no Brasil. É um formulário formado por quatro partes. Uma parte é feita com 19 perguntas. Tem uma parte de uma classificação do risco, uma  mais qualitativa a ser feita pelo profissional de atendimento, e tem uma parte de gestão do risco, ou seja, uma vez classificado o risco que essa mulher está enfrentando, seja baixo, médio ou alto,  qual é a resposta que o estado, através da rede de atendimento, pode dar para essa mulher, fazendo o encaminhamento através dos serviços que formam a rede”, esclareceu.

Além disso, o FRIDA é, de acordo com Wânia, um instrumento que apoia a solicitação das medidas preventivas, porque o profissional que vai preencher esse documento tem a oportunidade de fazer constar algumas informações sobre a situação em que a mulher se encontra, por exemplo.

A assessora técnica da SMPM, Ana Patrícia, participou dos encontros. Ela explica a importância de se ter um documento como o FRIDA em Teresina. “A partir da apresentação deste formulário, foi pensado o que deve ser realizado posteriormente até que ele seja implementado. A rede vai discutir essa utilização do formulário no dia a dia de trabalho e, a partir daí, vamos conversar com os gestores das instituições para que estejam capacitados e preparados para utilizar o formulário”, explicou.

O formulário FRIDA vai ajudar no atendimento especializado a mulher que sofre violência doméstica e familiar. É um documento que reúne informações detalhadas e organizadas que podem ajudar o Juiz a conceder a aplicação das medidas de proteção à mulher em situação de violência. “A decisão da medida preventiva é do juiz, ele só vai receber um conjunto de informações mais organizadas e melhor fundamentadas para ajudá-lo na sua decisão. Mas o FRIDA não é só para isso, é também um instrumento que nos ajuda, enquanto rede de atendimento, a direcionar o atendimento dessas mulheres entre os diferentes serviços, mas atendimentos que tenham consequência para essa mulher, que garantam que ela vai circular de um serviço ao outro e que entre os serviços as respostas vão de fato ajudá-la, seja oferecendo uma orientação ou um atendimento, acolhendo aquela mulher que está precisando mais”, esclareceu Wânia Pasinato.

Em Teresina, a rede de atendimento à mulher que irá utilizar o formulário posteriormente é formada pelo Centro de Referência da Mulher em situação de Violência – Esperança Garcia (CREG), o Centro de Referência Estadual da Mulher em Situação de Violência – Francisca Trindade, as delegacias especializadas no atendimento à mulher, o Núcleo das Promotorias de Justiça de Defesa da Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar (NUPEVID), Serviço de Atenção às Mulheres Vítimas de Violência Sexual – Maternidade Dona Evangelina Rosa ( SAMVVIS) e o Tribunal de Justiça do Piauí –  Coordenadoria da mulher em situação de violência doméstica e familiar.

Secretária Municipal de Políticas Públicas para Mulheres -SMPM realiza oficina de capacitação para o Observatório da Mulher

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) realizou, na manhã desta terça-feira (9), uma oficina de capacitação para a implantação do Observatório da Mulher em Teresina. O projeto, realizado em parceria com o Senado Federal, tem como objetivo monitorar as políticas públicas de enfrentamento a violência contra a mulher em âmbito local, assim como verificar a efetividade da lei Maria da Penha.

A oficina, que iniciou hoje (09), no auditório do Procon, zona Leste da cidade, segue até esta quarta (10), e está sendo ministrada pelo coordenador do observatório da mulher do Senado Federal, Henrique Marques.

Segundo Henrique, a oficina de capacitação do observatório é uma nova perspectiva de se alcançar a efetividade de políticas públicas voltadas para as mulheres. “Em primeiro lugar, eu vejo como uma oportunidade de perceber como se pode ajudar a montar a estrutura de um observatório em municípios ou estados. A partir disso, nós podemos fazer uma análise mais profunda sobre a violência contra a mulher, além de orientar melhor a atuação do poder público, executivo, legislativo e judiciário. É uma esperança que com essa oficina a gente dê um primeiro passo para um trabalho mais efetivo na luta de enfrentamento à violência contra as mulheres” afirmou.

O principal objetivo da oficina é aprimorar a capacidade de monitorar e avaliar as políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres em âmbito municipal, mediante produção, sistematização e análise de dados.

A estudante de Ciência Política da Universidade Federal do Piauí (UFPI), Indira Pimentel, participou da oficina. Segundo ela, é muito importante discutir o enfrentamento a violência contra a mulher em todos os aspectos.

“Está sendo muito importante participar da oficina, porque estão reunidas todas as secretarias, todos os órgãos de atendimento e enfrentamento a violência contra a mulher para uma construção coletiva desse observatório. Isso é ótimo porque se cria um diálogo entre toda a rede para que as informações e análises tenham um impacto real sobre a vida das mulheres teresinenses”, comentou.

Ana Régia é analista em gestão pública na SMPM. De acordo com ela, a oficina é uma grade oportunidade. “É uma ocasião que ajuda a analisar o fluxo de informações. A partir daí nós veremos quais dessas informações devem ser capitadas para o observatório. Então, começamos a sistematizar melhor esses dados e tornar pública também para ser fonte de informação para outros órgãos”, disse.

Na programação de hoje, foi realizado um estudo sobre o fluxo de informações que visa a compreensão dos dados referentes às políticas públicas das mulheres, a partir de um modelo lógico, ou seja, uma metodologia mais clara de como fazer esse estudo.

A oficina do observatório terá continuidade nesta quarta-feira (10), das 8h às 12h, no auditório do Procon. De acordo com Henrique Marques, após a oficina, “o trabalho será voltado para que a gente possa sentar e discutir o que foi produzido aqui para depois começar a desenhar o observatório, ver como é que ele vai atuar que tipo de analise será feito e como a gente vai utilizar essa análise para sensibilizar as autoridades políticas e a população sobre o problema e como essas análises vão se transformar em melhores políticas públicas” finalizou.

SMPM leva discussão sobre assédio e violência ao Piauí Cartoon

A arte ainda é a melhor forma de comunicação para alertar sobre problemas sociais. Pensando nisso, a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres participou, na noite desta sexta-feira (28), do 4º Piauí Cartoon 2019 com a campanha “Não Te Dei Liberdade”, conversando com as pessoas sobre a importância do enfrentamento ao assédio.

O jornalista Pablo Cavalcante passou pelo stand da SMPM e levou para casa material informativo sobre a campanha e sobre o Centro de Referência Esperança Garcia. “É muito importante que todos saibam que existem vários tipos de assédio e que as mulheres possuem um centro especializado para casos de violência. É responsabilidade de todos, homens e mulheres, disseminar esse tipo de informação e enfrentar a violência em suas diversas formas”, declarou.

Para Janaína Barros, que trabalha no apoio a Gerência de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher da SMPM, é fundamental participar desse tipo de evento. “Pela praça passam pessoas de todos os gêneros e etnias, pessoas com diferentes histórias, que muitas vezes estão passando por uma situação de assédio ou violência doméstica, e não sabe como procurar ajuda. Elas chegam aqui, conversam conosco, e levam a informação para casa, para o trabalho, e atuam como multiplicadores, ajudando ainda mais pessoas”, apontou Janaína.