Sancionada lei que altera o nome e os atendimentos fornecidos pelo Serviço Florescer

O Prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, sancionou a lei que altera o nome e os atendimentos fornecidos pelo serviço Florescer, o pedido foi feito pela Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM).

O nome passou por mudanças, pois a expressão “Amor de Tia”, não contemplava mais a essência do programa, que é de fortalecer aquela mulher e sua criança, não apenas delegar a ela o papel de cuidado, reforçando os estereótipos da mulher como sinônimo de cuidado, ocupando papéis secundários e não de empoderamento.

A secretária da SMPM, Karla Berger, fala sobre o processo de mudança do nome. “Somos cientes da importância do serviço para mulheres e mães da capital, e por isso percebemos a necessidade de ampliar o público e fazer reformulações no nome, anteriormente chamado de Amor de Tia”, explicou.

Para a assistente social do programa Carline Leal, a nova nomenclatura engloba o empoderamento feminino. “Tínhamos a ideia de um nome que tivesse como pilar, o empoderamento feminino e o combate ao machismo, então a equipe técnica e a comunicação da SMPM, chegou ao nome Florescer, que por sua vez, traz um símbolo de renovação e mudança de vida”, disse a assistente social.

Inicialmente, o serviço atendia apenas mulheres que tinham crianças de 1 ano até 2 anos e 11 meses, com disponibilidade de 100 vagas em cada unidade. A nova metodologia do Florescer, amplia o atendimento para toda mulher em situação de vulnerabilidade social, residentes em Teresina, com o objetivo de empoderá-las, através da oferta de atendimento psicossocial e cursos profissionalizantes. Além disso, o serviço continua a ofertar atividades socioeducativas para crianças das mulheres atendidas que estejam na faixa etária de 1 ano até 2 anos e 11 meses.

“O nosso objetivo era aumentar a oferta de serviços para mulher, que era restrita, e com o aval do prefeito, atingimos a nossa meta”, disse a secretária da SMPM.

Foto: ASCOM

Sobre o Florescer

Com três sedes, espalhadas na zona Sudeste, Norte e zona Rural de Teresina, há previsão de mais uma Florescer ser inaugurado até o final de 2021 na região Sul da capital.

O acesso ao serviço ocorre por demanda espontânea ou encaminhamento da rede socioassistencial. As mulheres atendidas devem estar inscritas no CRAS de referência de seu território.

Unidades

As sedes possuem horário de funcionamento de segunda a sexta-feira, das 07h30 às 17h00.

– Florescer Norte: Rua Antonio Pedro, 629 – Matadouro
– Florescer Sudeste: Rua Santa Luzia, S/N – Alto da Ressurreição
– Florescer Zona Rural: Povoado Salobro
– Florescer Sul: Rua Mucuripe, S/N, Vila Santa Rita – Promorar (a inaugurar)

 

Mulheres em situação de violência doméstica atendidas pelo CREG iniciam cursos de capacitação profissional

As mulheres atendidas pelo Centro de Referência Esperança Garcia (CREG) iniciaram nesta segunda-feira (12) o curso de Balconista de Farmácia, através da parceria da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) com a Fundação Wall Ferraz (FWF). Ao todo, 15 mulheres estão participando da formação profissional.

“Os cursos são uma oportunidade na vida dessas mulheres, um ponto de recomeço para essas mulheres que já chegam ao serviço em uma situação complicada, e agora podem se reerguer por meio de um acolhimento, uma profissionalização e também esperança por meio dos serviços da secretaria”, ressalta a secretária da SMPM, Karla Berger.

O Creg atende mulheres em situação de violência doméstica, familiar e de gênero que moram em Teresina, oferecendo assistência jurídica e psicossocial. Para Lidiane Silva, auxiliar administrativa do serviço, a capacitação promove com que essas mulheres saiam das dependências do lar violento e busque sua autonomia.

“Um dos fatores que fazem com que as mulheres permaneçam com os agressores é a dependência financeira e o serviço impacta nesse acolhimento. Esse curso vai fortalecer e emponderar essa mulher durante o ciclo da situação de violência, dando a elas o poder, confiança e capacitação para o mercado de trabalho”, relata Lidiane.

Uma das mulheres atendidas pelo serviço, concedeu entrevista, mas preferiu não se identificar, ela relatou que há dois anos estava sob situação de violência psicológica e física diariamente, como também mantida em cárcere privado. Em setembro de 2020, fugiu do lar de violência com os filhos pela madrugada e com a ajuda de um vizinho, que possuía conhecimento do CREG, encaminhou a mulher ao serviço. Durante o atendimento, foi recebida e acompanhada para os procedimentos jurídicos e legais para formalizar a denúncia e aderir a medida protetiva.

“Há quase dez meses de acompanhamento, tenho recebido toda a força e acompanhamento possível. Atualmente estou desempregada e tenho superado todos os dias, venho buscando me recuperar dos traumas que passei. Esse curso vem para melhorar minha autoestima e desenvolver uma habilidade para uma oportunidade”, diz a atendida.

Outros três cursos ainda serão desenvolvidos no espaço, entre eles, de empreendedorismo, panificação e corte de cabelo.

 

Mulheres atendidas pelo Florescer Norte finalizam curso de capacitação profissional

As mulheres atendidas pelo Florescer Norte finalizaram nesta quinta-feira (1) o curso de manicure e pedicure, realizado através da parceria da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) com a Fundação Wall Ferraz (FWF). Ao todo, 11 mulheres foram formadas pela capacitação profissional, que celebraram ainda em clima de arraial.

“Assim que foi identificado que as mulheres atendidas precisavam de uma capacitação, foi feito um diálogo para qual curso fosse ofertado. Muitas são donas de casa e com o curso profissionalizante, poderão ter uma renda extra, se profissionalizando”, disse Iara Carvalho, técnica de articulação da SMPM.

Benildes Machado, que é atendida junto com seu filho de três anos, durante a finalização do curso relatou que não tinha habilidades com a área. Mas agora, já formada, pretende iniciar um empreendimento.

“O curso foi gratificante. É bom para gente que é dona de casa, a gente se empondera. A gente abraçou o curso com todas as garras, o Florescer e a Fundação Wall Ferraz acolheram a gente”, disse a atendida.

A parceria com a FWZ também ofertou cursos de Balconista de Farmácia para as mulheres acompanhadas pelo Florescer Sudeste, no bairro Alto da Ressureição. No Florescer da Zona Rural, no povoado Salobro, está sendo iniciado a articulação de um novo curso que será definido em breve pela coordenação do serviço.

“Esses cursos trazem muitas mudanças na vida da mulher. Ela não sai apenas formada, mas sai confiante, com a autoestima renovada. É um trabalho de valorização gigante na vida delas”, concluiu Iará Tupinambá, professora do curso.

Foto: Divulgação (SMPM)

Divulgação

SMPM firma parceria com faculdade particular em benefício das mulheres

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres de Teresina firmou uma parceira com o Núcleo de Prática Jurídica da faculdade FATEPI/FAESPI. O ato foi registrado nesta segunda-feira (28).

Na primeira atividade, foi desenvolvida uma roda de conversa sobre Direito da Mulher, com as mulheres atendidas pelo Serviço de Atendimento às Mulheres e suas Crianças, Florescer da zona Norte, além da entrega de Cestas Básicas e Kits Higiênicos.

“Essa parceria é importante. Ao tempo em que faz uma ação social, também promove a dignidade dessas mulheres, atendendo questões jurídicas que podem garantir seus direitos enquanto mulheres, mães e cidadãs”, frisa a secretária da SMPM, Karla Berger.

De acordo com o coordenador do Núcleo de Prática Jurídica da FATEPI/FAESPI, Nathan Pinheiro, a faculdade iniciou essa ação durante a pandemia, quando problemas nas comunidades foram potencializados. Assim, foi feita uma seleção de alunos para atenderem voluntariamente as demandas jurídicas de algumas regiões de Teresina, e o serviço Florescer Norte, foi um dos escolhidos para desenvolver essa atividade.

“A gente compreendeu a dinâmica do Florescer nesse papel de atrair as mulheres e suas demandas. Dessa forma, a gente soma esforços para as políticas públicas implantadas e dar continuidade para a garantia de direito dessas mulheres”, disse o coordenador.

Ivoneide Rodrigues, uma das mulheres que fazem parte do Florescer Norte há quatro anos, declarou que a atividade veio a acrescentar com o que já ocorre dentro do serviço.

“A gente nunca tinha tido a oportunidade de estar aqui tendo essa conversa. É uma forma de ficar por dentro das coisas, e como mulher, mudar a nossa vida. Eu mesmo tenho uma ação de paternidade que está tramitando na justiça há 20 anos, e vou a partir de agora procurar essa assessoria para sabe como devo proceder”, finaliza Ivoneide.

A secretária da SMPM, Karla Berger, enxerga na parceria uma forma de garantir os direitos das mulheres atendidas pelos serviços e mobilizar uma integração dos setores públicos e privados.

SMPM articula ações LGTBQIA+ para comunidades em Teresina

No encontro foi debatido sobre a saúde e saúde mental dessas comunidades, em especial, causada pela pandemia da covid-19 Foto(Ascom/SMPM)

A Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) esteve reunida, nesta terça-feira (18), para discutir ações e serviços para a comunidade LGBTQIA+ em Teresina. Foi recebido o Grupo Matizes, que trouxe demandas sobre a população não-binária, lésbicas, mulheres trans e travestis e o Coletivo Corpo Bixa, que visa trazer representatividade não-binária para Teresina.

“Enquanto secretaria, somos cientes da falta de representatividade e preconceitos vividos por essas comunidades, por isso esse momento de escuta é importante para entender as demandas dessa população e em seguida articular projetos e melhorias voltadas às causas”, disse Marcela Portela, secretária executiva da SMPM.

No encontro foi debatido sobre a saúde e saúde mental dessas comunidades, em especial, causada pela pandemia da covid-19. Além de políticas públicas de higiene básica e mental, com enfoque às mulheres encarceradas.

“Em Teresina, há muitas mulheres lésbicas em situação de drogadição e também violência. Com a secretaria, esperamos um apoio para essas mulheres, que vivem em situações de urgência”, ressaltou Marinalva Santana, representante do Grupo Matizes.

Durante a reunião, a secretaria foi convocada a pensar sobre como levar o serviço já ofertado pelo Centro de Referência Esperança Garcia (CREG) para essas mulheres.

No encontro foi debatido sobre a saúde e saúde mental dessas comunidades, em especial, causada pela pandemia da covid-19 Foto(Ascom/SMPM)

Pandemia afeta mais o gênero feminino

Durante a pandemia da covid-19, além do medo em contrair a doença, mulheres vivenciaram a sobrecarga de trabalho dentro de casa. Trabalho, filhos e o serviço doméstico de acordo com o estudo da Organização Gênero e Número, dentro do ambiente doméstico, metade das brasileiras precisaram cuidar de alguém para além das suas atividades obrigatórias.

De acordo com a assistente social da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), Caroline Leal, em tempos de crise humanitária, social ou política, os direitos das mulheres comumente são os mais afetados.

“A mulher teve que se adequar a uma nova rotina durante essa pandemia, observou-se dentro dos lares o aumento da jornada de trabalho, as mulheres tiveram que lidar com o isolamento, trabalho doméstico, o cuidado com o filho, além de conciliar com o trabalho no ambiente de seu lar, em Teresina não foi diferente do restante do Brasil”, afirmou Caroline Leal, assistente social da SMPM.

A advogada Justina Vale, de 43 anos, precisou adotar a rotina home office. Mãe de duas meninas, a servidora pública teve sua rotina intensificada com as atividades domésticas, cuidar das filhas e do trabalho.

“É muito difícil, tem o trabalho, o marido, a limpeza da casa e as preocupações porque o orçamento foi muito afetado. O lar, que antes significava descanso, se tornou cansaço e sobrecarga”, disse.

Tensão e preocupação redobrados foram os sentimentos vividos por Margarida Santana, de 59 anos. Empregada doméstica em Teresina, precisava chegar ao trabalho usando quatro ônibus por dia.

“A trabalhadora doméstica precisa sair de casa para ganhar o sustento e isso causa muito medo. Eu tive muito medo de ser demitida e ficar sem renda. Era medo do vírus, medo do desemprego, fome e necessidade. Nosso “psicológico” fica muito debilitado”, declarou Margarida.

Foto: Divulgação (Arquivo PMT)

Além disso, a pandemia evidenciou um aumento da violência dentro dos lares. Confinada com o agressor, o Anuário da Segurança Pública do estado do Piauí revelou um aumento de 50% de feminicídio em Teresina, no ano de 2020. No entanto, houve uma queda no registro de boletins de ocorrência, mas segundo dados da Secretaria da Mulher de Teresina, ocorreu o aumento da busca pelo Centro de Referência da Mulher em Situação de Violência – Esperança Garcia.

“Constamos um aumento considerável na procura do atendimento, pois as mulheres em situação de violência, se permitiram buscar ajuda, uma orientação, uma indicação, um atendimento profissional, muito antes de fazerem a denúncia, e o CREG faz parte da rede de atendimento, e por isso acreditamos que por isso as mulheres teresinenses sintam-se mais a vontade de nos procurarem, do que a uma delegacia”, disse a coordenadora do CREG, Roberta Mara.

Selo Dona Saló contempla empresas de Teresina

Na manhã desta terça-feira (15) ocorreu no Palácio da Cidade, a entrega da  2ª Edição do Selo Dona Saló, realizada pela Prefeitura de Teresina, através da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Turismo (SEMDEC).

Fotos: Rômulo Piauilino

O prêmio certifica empresas privadas de pequeno, médio e grande porte localizadas em Teresina, que estabeleçam e atuem com programas e ações em prol da equidade de gênero.

O presidente da Empresa Teresinense de Desenvolvimento Urbano – Eturb, João Duarte, o Pessoinha, que durante a solenidade, representou o prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, ressaltou a importância das empresas de investir nas mulheres e na equidade de gênero.

“ A construção de uma visão potente que contribua para que as empresas invistam em inclusão passam por dois caminhos o da economia inteligente e do reconhecimento dos direitos e das realidades que estimularam o desenvolvimento da igualdade de gênero, como esse prêmio do selo que é um estímulo a mais para que a gente sempre trabalhe com equidade de gênero”, disse o presidente da Eturb.

A secretária Karla Berger, da SMPM reforçou o impacto da equidade de gênero nas empreas.

“A equidade de gênero dentro das empresas é de fundamental importância, não apenas como forma de justiça social, afinal ações que estimulem essa equidade impactam positivamente no desenvolvimento financeiro das empresas”, afirmou.

Nesta edição 09 empresas foram contempladas, elas apresentaram projetos ou programas baseados nos seguinte critérios: responsabilidade social, enfrentamento a violência, assédio dentro e fora do local de trabalho, incentivo à educação, equidade salarial e valorização das suas atividades

“O Selo é muito importante, pois valoriza as causas em defesa dos direitos das mulheres. Faz-se necessário divulgar e fortalecer a importância deste selo, para que mais empresas sejam contagiadas”, pontua o Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Marcelo Eulálio.

Barbara Melo, gerente de Responsabilidade Social da Agea – Águas de Teresina, disse que fica muito orgulhosa em participar e ganhar o Selo Dona  Saló, pois ele, representa a visão da Águas de Teresina, que é oportunizar a todos igualmente, independente de gênero e entendendo peculiaridade de cada um.

Lista das empresas ganhadoras da 2ª Edição do Selo Dona Saló:

-ÁGUAS DE TERESINA SANEAMENTO SPE S/A –

-ALMAVIVA DO BRASIL – TELEMARKETING E INFORMÁTICA S/A

-BIOANÁLISE LTDA

-BOTICA FARMÁCIA DE MANIPULAÇÃO

-CREDISHOP S A ADMINISTRADORA DE CARTÕES DE CRÉDITO

-HOSPITAL DOS OLHOS FRANCISCO VILAR

-HOT SAT TELECOMUNICAÇÕES LTDA

-LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS BIOLAC LIMITADA – LABLIFE

-LABORATÓRIO  DE ANALISES – CLINICAS BIOLAC LTDA

-ULTRA-X LTDA

 



 

SMPM e SEMDEC lançam inscrições para 3° Edição do Selo Dona Saló

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM) e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec) lançam nesta terça-feira (15) o regulamento para as inscrições da 3° Edição do Selo Dona Saló.

O reconhecimento certifica empresas privadas de pequeno, médio e grande porte localizadas em Teresina, que estabeleçam e atuem com programas e ações em prol da equidade de gênero. As empresas inscritas devem alcançar os seguintes critérios: empregabilidade e liderança de mulheres, igualdade salarial, saúde e qualidade de vida, incentivo à educação e prevenção à violência.

“O Selo Dona Saló é um reconhecimento para impulsionar as empresas a se preocuparem com a equidade de gênero, para garantir que haja um mercado de trabalho na nossa capital que abrace as necessidades e os direitos femininos. É um assunto de muito interesse da Prefeitura Municipal e que mostra a mobilização de mais empresas para participar do prêmio, logo, garantindo mais programas para mulheres”, declarou a secretária da SMPM, Karla Berger.

Para Flaviany Paiva, gerente do setor de Recursos Humanos da empresa CrediShop, uma das empresas ganhadoras do prêmio, a premiação condecora e valoriza empresas que se preocupam com a igualdade de gênero.

“O Selo Dona Saló é um reconhecimento das práticas de equidade de gênero que nos fortalece a continuar nesse propósito, de nos mantermos firmes com ações para mulheres, ser um exemplo em Teresina e incentivar que outras empresa participem do prêmio e estimule mais ainda essas ações na capital”

As inscrições das empresas iniciam a partir das 8h no dia 15 de junho de 2021 e encerram às 23h59 do dia 15 de julho de 2021.

O preenchimento dos formulários disponibilizados nos endereços  http://smpm.teresina.pi.gov.br/http://semdec.teresina.pi.gov.br/ e https://www.ufpi.br/.

Como requisito para as inscrições, as  instituições privadas devem possuir CNPJ ativo, com o mínimo de 10 colaboradores e estejam em dia com as obrigações trabalhistas, não tenha sofrido denúncia de trabalho escravo e infantil, abuso e discriminação de gênero.

SMPM entrega braceletes para mulheres do Florescer Salobro

O bracelete ajuda a mulher a entender sobre período fértil e infértil, como também monitorar seu fluxo Fotos(Ascom/SMPM)

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM), em parceria com o projeto Plan International Brasil, entregou nessa quarta-feira (9) cerca de 40 braceletes menstruais para mulheres da comunidade Salobro, zona rural Sul de Teresina.

A ação tem como objetivo conscientizar sobre a saúde e higiene menstrual, como também quebrar tabus sobre a menstruação, por meio dos serviços já prestados dentro do projeto Florescer. Durante o evento, foi realizada a oficina para produção do adereço e debatida a importância da saúde da mulher.

De acordo com Thayná Lima, facilitadora de projetos da Plan International, o bracelete ajuda a mulher a entender sobre período fértil e infértil, como também monitorar seu fluxo.

“Muitas meninas e mulheres não discutem sobre menstruação, o que acaba afastando elas do sistema de saúde. A campanha pretende quebrar esse tabu, aproximando elas da sua saúde e seus corpos”, informou Thayná.

Ciente da proposta, a SMPM abraçou a campanha em benefício das mulheres de Teresina. Outras oficinas e palestras estão agendadas para acontecer dentro dos Serviços Florescer Norte e Sudeste.

“É um projeto que informa e empodera mulheres, por isso, é muito importante para a secretaria estar com essa parceria dentro dos nossos serviços”, frisou Nathalie Ciarlini, psicóloga da SMPM.

Como funcionam os braceletes?

O kit é formado por 28 miçangas. A pulseira, que pode ser customizada, mostra todo o ciclo menstrual, desde os dias de sangramento ao período fértil, sendo caracterizado por miçangas vermelhas (período de sangramento), laranjas (período fértil) e rosas (período infértil).

O bracelete pode ser usado por meninas, mulheres, homens trans, pessoas não binárias e interssexuais que menstruam ou que ainda vão menstruar.

O que é a Plan International
 
A Plan International é uma organização humanitária e de desenvolvimento não governamental e sem fins lucrativos, que promove os direitos das crianças e a igualdade para as meninas. Suas estratégias de incidência política e mobilização social pautam as demandas das meninas em novos espaços do Legislativo, Executivo e na sociedade civil, alcançando todo o território nacional.

Em 2021, a Plan e a marca Intimus realizou a doação de absorventes e protetores diários e milhares de cartilhas sobre educação menstrual para mais de 40 mil mulheres e meninas que vivem em situações de vulnerabilidade em comunidades da Bahia, Piauí, Maranhão e São Paulo. Recentemente, junto à SMPM vem realizando oficinas, palestras e eventos sobre saúde e higiene menstrual para meninas e mulheres de Teresina.

 

SMPM e vereadora discutem destinação de emendas para execução de projetos e serviços

SMPM e vereadora discutem destinação de emendas para execução de projetos e serviços

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) esteve reunida nesta quarta-feira (2), com a vereadora Teresinha Medeiros (PSL), para discutir projetos e serviços para a secretaria que podem ser ampliados com o envio das emendas da parlamentar.

Karla Berger, secretária da SMPM, destacou que os serviços já existentes formam um belo trabalho dentro das comunidades que são atendidas e com a destinação de verbas, podendo alcançar mais mulheres na capital.

“É sempre importante estarmos nos articulando com os vereadores para captação de recursos e implementar as atividades nos nossos serviços. Isso faz com que os projetos alcancem cada vez mais mulheres “, disse a secretária.

Além disso, durante o encontro, foi citado a proposta de criação de novos projetos para atingir mulheres em comunidades vulneráveis em Teresina e também associações de bairro nas zonas periféricas da cidade.

“É muito importante para a população teresinense que os poderes públicos estejam articulados, como mulher entendo as necessidades que as mulheres da periferia necessitam, e vou procurar trabalhar em prol desta causa”, afirmou a vereadora Teresinha Medeiros.

No encontro foi dialogado melhorias para as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PIC’s), como danças, atividades físicas e outras atividades dentro do serviço Florescer.

“A gente discutiu a parceria de projetos que já são beneficiados pela vereadora, como também movimentos que já conversamos, como o da Associação das Prostitutas (Aprospi), gerando assim, uma parceria em prol das mulheres da nossa capital”, frisou Karla.