SMPM realiza britz de enfrentamento à violência doméstica em praças, mercados e órgãos públicos de Teresina

A Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) realizou uma Blitz de Enfrentamento à Violência de Gênero em praças, órgãos públicos, no centro comercial e mercados públicos de Teresina nesta sexta-feira (26). A ação faz parte das atividades desenvolvidas através da Campanha Somos – Teresina Pelo Fim das Violências.

Durante a atividade, três equipes da SMPM se distribuíram para conversar com a população e prestar informações acerca dos serviços prestados através da Secretaria da Mulher em situação de violência e vulnerabilidade: Florescer e CREG – Centro de Referência Das Em Situação De Violência Esperança Garcia.

De acordo com Karla Berger, secretária da SMPM, a atividade tem como objetivo informar a população sobre os diversos tipos de violência, seja ela física, moral, sexual ou patrimonial. Segundo a gestora, o contato direto com a população visa atingir e ampliar a rede de informação para as mulheres teresinenses.

“A nossa luta pelo enfrentamento a violência é contínua e deve atingir a todas”, ressalta Karla. “Por isso, é importante o contato direto com a população, a fim de informar e acolher essas mulheres que estejam passando por uma situação em silêncio e sem ajuda”, complementa.

Sobre os 21 Dias de Ativismo e a Campanha Somos

A Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) vai realizar entre o dia 20 de novembro a 10 de dezembro a campanha dos 21 Dias de Ativismo – Pelo Fim das Violências Contra as Mulheres. A campanha acontece internacionalmente desde 2003 e durante todos os dias citados, a SMPM realizou ações com intuito de reforçar essa luta. Acompanhe a programação através das nossas redes sociais e site.

A Campanha Somos – Teresina Pelo Fim das Violências visa a promoção do acesso à informação acerca do que são e como se dão as violências contra as mulheres. Ao longo da programação dos 21 Dias de Ativismo pelas Mulheres, serão divulgados os canais da rede de enfrentamento e canais de denúncia existentes em Teresina de acolhimento à mulher em situação de violência.

Foto: Divulgação (SMPM)

   

Mulheres em situação de violência de gênero podem procurar serviços da SMPM

A Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) está realizando entre os dias 20 de novembro a 10 de dezembro a campanha dos 21 Dias de Ativismo – Pelo Fim das Violências Contra as Mulheres. Acontecendo internacionalmente desde 2003, os dias serão temáticos, para poder contemplar o enfrentamento às mais diversas formas de violência cometidas contra as mulheres.

Saiba mais: Secretaria da Mulher vai dar início aos 21 Dias de Ativismo pelo Fim das Violências contra as Mulheres 

Neste domingo (21), a SMPM destaca os serviços oferecidos às mulheres em situação de violência de gênero – tema do 2° dia conforme o calendário temático da Campanha. A técnica da SMPM, Gabriela Rodrigues, explica que gênero se refere aos atributos particulares da feminilidade e masculinidade. Nesse sentido, entende-se que o gênero é uma construção social que não decorre de aspectos naturais.

“Em outras palavras, as características sociais entre homens e mulheres, que definem os seus papéis e responsabilidades dentro de uma sociedade, não são estabelecidas pelo sexo – como determinação biológica – mas influenciadas pela cultura”, explica Gabriela. “Ou seja, gênero é um elemento subjetivo que se refere a ser menino ou menina, homem ou mulher em uma determinada sociedade”, finaliza.

Dessa forma, a violência de gênero pode ser definida como qualquer tipo de agressão física, psicológica, sexual ou simbólica contra alguém em situação de vulnerabilidade devido a sua identidade de gênero ou orientação sexual. Os dados são alarmantes, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) uma em cada três mulheres em todo o mundo já foram vítimas de alguma violência de gênero durante a sua vida.

A Secretária da Mulher, Karla Berger, destaca que a Prefeitura de Teresina através da SMPM possui serviços específicos para atender mulheres que possam estar em situação de violência de gênero na capital: Centro de Referência da Mulher em Situação de Violência – Esperança Garcia (Creg)

“Atende mulheres em situação de violência doméstica, familiar e de gênero, residentes em Teresina, com idade de 18 a 59 anos, oferecendo assistência jurídica, social e psicológica”, destaca Karla. “As mulheres podem ser encaminhadas pela rede de enfrentamento a violência contra a mulher ou acessar diretamente o serviço”, complementa a secretária.

Onde encontrar o serviço?
R. Benjamin Constant, 2170 – Centro Norte
Segunda à Sexta, das 08:00 às 17:00
(86) 3233-3798 / 99416-9451

Além desse serviço, a Secretária da Mulher dispõe do Serviço de Atendimento Integral às Mulheres e suas Crianças: Florescer. Karla frisa que em Teresina possuem três unidades, localizadas na Zona Norte, Sudeste e Zona Rural de Teresina.

Nos espaços, mulheres em situação de vulnerabilidade social, residentes em Teresina, que tenham crianças na faixa etária de 1 ano a 2 anos e onze meses, possuem acesso à qualificação profissional, do acesso à informação e a serviços de saúde e justiça, além de acolher e realizar atividades de desenvolvimento psicossocial com suas crianças.

“No início de 2022, uma nova unidade será instalada na Zona Sul de Teresina”, destaca Karla. “A sede será inaugurada no bairro Promorar”, finaliza.

Saiba mais sobre o Serviço: Florescer é símbolo de acolhimento às mulheres e suas crianças em Teresina

Campanha dos 21 Dias de Ativismo – Pelo Fim das Violências contra as Mulheres

As ações fazem parte de uma importante mobilização pelo combate a todas as violências cometidas contra mulheres – seja ela física, psicológica, patrimonial, matrimonial ou no meio virtual. De acordo com a Secretária da SMPM, Karla Berger, as ações são um momento de engajamento da população e órgãos de apoio às mulheres que estão em situação de violência.

Karla explica que neste ano, durante a atual gestão da Prefeitura de Teresina, a Secretária da Mulher vai aderir ao calendário nacional de 21 dias – comumente, outros órgãos e repartições utilizam 16 dias. “Aderimos aos 21 dias pois consideramos que o ativismo se inicia no Dia da Consciência Negra (20) e vai até o dia Internacional dos Direitos Humanos (10)”, reforça a secretária.

As atividades e ações serão divulgadas através do site oficial da SMPM e das redes sociais: TwitterInstagram e YouTube.

Secretaria da Mulher vai dar início aos 21 Dias de Ativismo pelo Fim das Violências contra as Mulheres

A Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) vai realizar entre o dia 20 de novembro a 10 de dezembro a campanha dos 21 Dias de Ativismo – Pelo Fim das Violências Contra as Mulheres. A campanha acontece internacionalmente desde 2003 e durante todos os dias citados, a SMPM através das suas atividades vem reforçar a importância dessa luta.

As ações fazem parte de uma importante mobilização pelo combate a todas as violências cometidas contra mulheres – seja ela física, psicológica, patrimonial, matrimonial ou no meio virtual. De acordo com a Secretária da SMPM, Karla Berger, as ações são um momento de engajamento da população e órgãos de apoio às mulheres que estão em situação de violência.

Karla explica que neste ano, durante a atual gestão da Prefeitura de Teresina, a Secretária da Mulher vai aderir ao calendário nacional de 21 dias – comumente, outros órgãos e repartições utilizam 16 dias. “Aderimos aos 21 dias pois consideramos que o ativismo se inicia no Dia da Consciência Negra (20) e vai até o dia Internacional dos Direitos Humanos (10)”, reforça a secretária.

Foto: Ascom SMPM

Ainda conforme a técnica da SMPM, Gabriela Rodrigues, o racismo, sexismo e machismo se expressam na sociedade de diversas formas contra as mulheres – sejam elas cisgêneros, transgêneros e travetis. Por isso, a Secretaria deverá seguir um calendário temático ao longo de toda a programação para poder abarcar e engajar a população sobre o assunto.

“A luta pelo fim da violência contra mulheres deve considerar a raça, etnia, identidade de gênero e orientação sexual”, destaca Gabriela. “Além disso, considera como os ciclos da vida e outros aspectos determinantes em suas vivências”, reforça a técnica.

Confira progamação:

  • Dia 23

Cinema em movimento – Documentário “Carne”, às 9h
Local: florescer Sudeste

  • Dia 24

Ato público em Prol da Justiça pelas vítimas de feminicídio.
Local : Tribunal da Justiça
Horário: 7h ás 14h

Roda de conversa no florescer salobro
Local: Florescer Salobro
Horário: 9h às 11h

Roda de conversa no florescer sudeste
Local: Florescer Sudeste
Horário: 14 às 16h

  • Dia 25

Lançamento Campanha Somos
Local: Salão Nobre da Câmara Municipal

Entrega dos absorventes com o Tribunal de Justiça

Palestra Direitos Sexuais e Reprodutivos.
Local: Online
Horário: 18 às 20

  • Dia 26

Blitz Centro
Local: Praça Rio Branco e Praça João Luis; Praça da Bandeira e Shopping da Cidade e Mercado municipal e arredores.
Horário: 7:30h – 11 h
Ação de Panfletagem de 8 às 10:30

Formação Em educação sem Violência, através da ONG Plan Internacional
Local: Odilon Nunes
Horário: 8 às 12

Publicação de vídeo informativo sobre Medidas Protetivas com a Defensora Pública Dra Lia Marreiros
Local: Redes Sociais

  • Dia 27

Teresina Cuida de Você
Local: Centro Esportivo unificado Ana Maria Rego
Horário: 8h às 14h

Entrega de absorventes com a LigA acadêmica de Ginecologia e Obstetrícia (NOVAFAPI)
Local: Comunidade rural da Zona Leste

  • Dia 28

Live sobre violência sexual contra mulheres com Andreia Ruffino
Local: Instagram da SMPM (@smpmteresina)

  • Dia 29

Blitz informativas no Supermercado
Local: Zona Leste, Supermercado Carvalho da Kenedy
Horário: 8 às 11

Blitz informativas no Supermercado
Local: Zona Norte, Mocambinho, Supermercado Ferreira
Horário: 8h às 11h

  • Dia 30

Blitz supermercado
Local: Zona Sudeste, Assaí Atacadista
Zona Sul, Supermecado Matheus
Horário: 8h às 11h

Live sobre violência contra mulheres no campo
Local: Instagram da SMPM (@smpmteresina)

  • Dia 01

Roda de conversa parceria SESC
Local: Florescer Salobro
Horário: 9h

Blitz informativas
Local: Teresina Shopping

Horário: 9h

  • Dia 02

Lançamento da Pedra fundamental Casa Da Mulher Brasileira
Local: Evento do SESCNCapacitação Guarda Maria da Penha

Local: Online
Horário: 15 horas

Roda de conversa com as Doulas
Local: Florescer Norte
Horário: 9h às 11h

  • Dia 03

Atividade com o pessoal do Abrace nós live com Karla e Rejane Dias
Local: Online
Horário: 19h às 20h

Palestra sobre atuação da SMPM
Local: Ministério Público do Piauí
Horário: 9h

Blitz informativa
Local: Shopping Rio Poty
Horário: 11 às 13h

  • Dia 04

9 Marcha pela humanização do Parto
Local: Parque da Cidadania
Horário: 16h às 18h

  • Dia 06

Campanha do Laço Branco
01- Adesão dos Secretários
Local: Salão Nobre da Prefeitura Municipal de Teresina
Horário: 8h
02- Adesão Vereadores da Câmara Municipal
Local: (Câmara dos vereadores)
Horário: 10h30m

Palestra com homens das empresas contempladas pelo selo Dona Saló.
Local: Hot Sat, Alma Viva e Águas de Teresina.

  • Dia 07

Roda de conversa sobre Campanha Somos
Local: Florescer Sudeste
Horário: 9h

Blitz informativa
Local: shopping Riverside
Horário: 11h às 13h

  • Dia 08

Oficina profissionalizante
Local: Florescer Norte
Horário: 8h

  • Dia 09

Encerramento da Oficina Florescer Norte

  • Dia 10

Encerrament pelo Fim das Violências contra ás Mulheres
Local: largura da Igreja São Benedito até o Parque da Cidadania
Horário: Concentração às 16h

As atividades e ações serão divulgadas através do site oficial da SMPM e das redes sociais: TwitterInstagram e YouTube.

Assista ao vídeo da SMPM para saber mais sobre a campanha dos 21 Dias de Ativismo AQUI .

Confira temas:

  • 20/11 – Dia Nacional da Consciência Negra
  • 21/11 – Violências de gênero contra mulheres
  • 22/11 – Assédio e importunação sexual
  • 23/11 – Violências e Ciclos da Vida
  • 24/11 – Como não ser machista, racista, sexista – Educação não-sexista
  • 25/11 – Dia internacional de não violência contra as mulheres e enfrentamento à violência doméstica/familiar
  • 26/11 – Feminicídio e transfeminicídio
  • 27/11 – Segurança no espaço público para mulheres / acesso à cidade
  • 28/11 – Violência sexual – incluir a violência matrimonial
  • 29/11 – Violência obstétrica
  • 30/11 – Dia do estatuto da terra/Violências de gênero contra mulheres no espaço rural
  • 01/12 – Dia Internacional de luta contra o HIV/AIDS
  • 02/12 – Violências contra Lésbicas, Bissexuais e Transexuais
  • 03/12 – Dia internacional da pessoa com deficiência / Discriminações contra mulheres com deficiência
  • 04/12 – Dia da propaganda / Violência em meios digitais/virtuais/Violência de gênero nos meios de comunicação/publicidade
  • 05/12 – Bullying e relações de gênero
  • 06/12 – Homens pelo fim da violência contra mulheres – Campanha Laço Branco
  • 07/12 – Violência psicológica
  • 08/12 – Autonomia econômica como instrumento de enfrentamento à violência
  • 09/12 – Dia internacional contra a corrupção/Violência política de gênero
  • 10/12 – Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Direitos Humanos das Mulheres

Planejamento familiar e direitos reprodutivos são temas debatidos em oficina no Florescer Norte

Os debates sobre sexualidade e corpo feminino ainda são considerados tabus em nossa sociedade. Essa situação causa o pouco  acesso e conhecimento de mulheres acerca do assunto, elevando o índice de mulheres com doenças sexualmente transmissíveis e gravidez na adolescência.

Pensando nisso, a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres  (SMPM) realizou nesta quarta-feira (17) uma roda de conversa com as mulheres do serviço florescer Norte sobre planejamento familiar, direitos reprodutivos femininos e infecções sexualmente transmissíveis (IST’S).

Fotos: Ascom SMPM

Durante a palestra, a enfermeira Márcia Viana ressaltou a importância das mulheres conhecerem o próprio corpo para que possam se prevenir de forma adequada. Ainda na roda de conversa, foi ressaltado  como as ações  diminuem o risco de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada.

“As mulheres precisam conhecer o próprio corpo, se olhar, para entender a sua própria saúde”, destacou a enfermeira. “Com ações e incentivo a essas ações, é possível reduzir números de doenças que tanto afetam a vida do gênero feminino”, conclui.
A Secretária da SMPM, Karla Berger, reforça que o tabu sobre sexualidade feminina precisa ser quebrado para que mais mulheres tenham acesso à informações. Karla frisa que para isso, é importante a divulgação do conhecimento dos direitos reprodutivos e formas de contracepção.

“A mulher moderna está cada vez mais livre no que diz respeito à sexualidade, por isso, é necessário o debate sobre planejamento familiar”, declara Karla. “Direitos reprodutivos femininos e doenças  sexualmente transmissíveis sejam tratados com normalidade e de forma educativa e informativa”, frisa.

É o caso de Sâmia Letícia, participante ativa do Serviço Florescer há um ano, na unidade zona Norte. A mulher relata que conheceu o serviço por intermédio de amigas, e que o serviço tem sido de muita importância em sua vida, e principalmente, no seu processo de empoderamento como mulher.

“É sempre bom estar aqui, para que eu possa me tornar uma mulher forte e dar exemplo para meu filho”, reforça a mulher. “Ter vindo hoje aqui significa muito para mim, é parte da minha construção como uma mulher mais empoderada, aprendi muito com a palestra”, comenta.

 

Prefeito Dr. Pessoa e SMPM assinam termo de cooperação para Casa da Mulher Brasileira

Secretária Karla Berger e o prefeito Dr. Pessoa na assinatura do Termo de Compromisso para a Casa da Mulher Brasileira

O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa e a secretária de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), Karla Berger, assinaram, nessa terça-feira (16), o Termo de Cooperação do Programa Mulher Segura e Protegida, projeto que será implementado na Casa da Mulher Brasileira (CMB) em Teresina. Com o documento, a prefeitura firma o compromisso de viabilizar atividades de cunho social, jurídico e psicológico para as mulheres em situação de violência doméstica e de gênero.

Além disso, o programa consiste na execução de ações estratégicas para a integração dos diversos serviços públicos no atendimento dessas mulheres. Durante o evento, o prefeito destacou a chegada da CMB em Teresina e da importância de criar políticas de atenção à mulher em situação de vulnerabilidade. A assinatura foi realizada na abertura dos 16 Dias de Ativismo, realizado pela Coordenadoria de Estado de Políticas para Mulheres do Piauí (CEPM\PI), no Palácio de Karnak.

“É um trabalho árduo que vem sendo realizado nesta gestão para poder transformar Teresina em uma capital segura para toda e qualquer mulher”, destaca o prefeito. “Nesta cerimônia, reafirmamos nosso compromisso com a CMB e nos comprometemos cada vez mais com a nossa missão: cuidar do povo teresinense, em especial aquelas que mais precisam”, disse Dr. Pessoa.

Durante a solenidade, o prefeito ressaltou sobre a celeridade das tratativas tomadas para a chegada da Casa da Mulher Brasileira na capital, como também a construção do Hospital da Mulher na capital. A secretária Karla Berger também frisou a articulação que vem sendo realizada para a implantação da CMB e destacou as ações que já vem sendo realizada pela Secretaria da Mulher para combater a violência de gênero.

Em menos de um ano, o Centro de Referência Esperança Garcia – serviço que atende mulheres em vulnerabilidade da SMPM – realizou 2.058 atendimentos. Segundo Karla, os números destacam a atenção da Secretaria da Mulher, através da Prefeitura de Teresina no que diz respeito ao enfrentamento do machismo e violência.

“É com muita alegria que coloco meu nome neste documento para Teresina ser um espaço cada vez mais justo e seguro para mulheres”, frisa Karla. “É um avanço para nossa capital e uma das grandes conquistas da nossa gestão em menos de um ano de trabalho”, destaca a secretária.

Casa da Mulher Brasileira em Teresina

A chegada da Casa da Mulher Brasileira em Teresina se aproxima. As tratativas, que se iniciaram desde o final de dezembro de 2020, têm avançado neste ano para poder chegar a sua conclusão. O local é um espaço que disponibilizará atendimento de mulheres em situação de violência doméstica. Além de garantir condições para o enfrentamento da violência vivenciada, a Casa visa a empoderar a mulher e sua autonomia econômica.

O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, acompanha de perto o andamento dos trâmites para a construção da Casa da Mulher. “É um espaço que será acolhedor. Estamos felizes em participar das tratativas de um lugar que trará tantos benefícios para as mulheres”.

A secretária Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), Karla Berger, destaca a necessidade de impulsionar a execução das obras. “Nós precisamos muito desse espaço para acolher, apoiar e dar suporte às mulheres da nossa cidade. Elas pedem socorro e a Casa trará esse amparo que tanto buscamos e estamos prontos para acompanhar de perto a implantação. Estamos ao lado do prefeito Dr. Pessoa para buscar um diálogo mais direto com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos para alavancar o projeto”, explica a secretária Karla Berger.

As parcelas acordadas para a realização do projeto já foram pagas pela Prefeitura Municipal de Teresina, através da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação (SEMPLAN). O contrato é um investimento no valor de R $ 5.940.000,00

Saiba mais: Casa da Mulher Brasileira será implementada em Teresina

Serviço Florescer é símbolo de acolhimento às mulheres e suas crianças em Teresina

Nativa do nordeste, o mandacaru é uma planta encontrada no semiárido nordestino. Sobrevivendo a longas temporadas de secas e repleta de espinhos, ela floresce. Com essa lição e símbolo, a Prefeitura de Teresina, através da Secretaria de Políticas Públicas Para Mulheres (SMPM), aperfeiçoou um dos programas da casa e renomeou como “Florescer”, onde acolhe e empodera mulheres e suas crianças em situação de vulnerabilidade em Teresina. Com três unidades, localizadas na zona Sudeste, Norte e zona Rural de Teresina, o serviço possui previsão de inauguração de mais uma unidade na região Sul, até o fim deste ano.

Fundado em 2015, o Florescer inicialmente foi pensado para mulheres e crianças de um a dois anos e onze meses, com 100 vagas em cada unidade. “Antigamente o serviço funcionava apenas para mães. No entanto, após uma série de estudos e pesquisas, percebemos a necessidade de fazer o serviço ser voltado para vez mais para mulher”, explica a secretária de Políticas Públicas para Mulheres, Karla Berger. “Por conta disso, após a reformulação na atual gestão da Prefeitura de Teresina, através do Doutor Pessoa, o serviço funciona de portas abertas para toda e qualquer mulher de Teresina em situação de vulnerabilidade”, ressalta a secretária.

Ao completarem três anos, as crianças são encaminhadas para as CMEIs (Centros Municipais de Educação Infantil). Hoje, o Florescer funciona de portas abertas para todas as mulheres dos bairros que estão em situação de vulnerabilidade. “Foi um passo muito positivo no serviço, ele se tornou verdadeiramente mais acolhedor para a mulher teresinense que mora em comunidade, que vive vulnerabilidades econômicas, sociais, psicológicas e outras violências”, ressalta Nathalie Ciarlini, psicóloga da SMPM.

Nathalie ainda explica que o local não configura como creche. Enquanto a mãe está em atividades do serviço ou indo ao trabalho, a criança fica no local realizando atividades educativas e socioemocionais. Ainda assim, quando completa três anos, a criança possui uma vaga garantida em uma escola do município. “É outra vantagem do programa, uma vez que garante a inserção educacional das crianças”, pontua a psicóloga.

Um ponto de começo e recomeço

O trabalho desenvolvido no Florescer segue pilares de cidadania e dignidade à mulher de Teresina. Visando o empoderamento financeiro são ofertados cursos como manicure e pedicure, balconista de farmácias e atendimento. Todas as capacitações são realizadas em parceria com a Fundação Wall Ferraz, entre outros.

“São oportunidades que essas mulheres nunca tiveram para além do lar. Elas se empoderam, se enxergam como capazes. É o benefício da qualificação: atribuir poder para elas”, conta Maria Lourdes, a Malu, coordenadora do Florescer Sudeste.

Benildes Machado, uma das mulheres atendidas pelo serviço, reforça o que foi dito pela coordenadora. A dona de casa, que não tem emprego fixo e possui um filho atendido pelo Florescer, se formou como manicure profissional e pretende ter um empreendimento para sua liberdade financeira. “Abracei o curso como todas as amigas atendidas. Olha, é empoderador saber que podemos exercer um trabalho feito com as nossas mãos. Dignifica-me”, conta a mulher.

Outro ponto trabalhado dentro do projeto de aperfeiçoamento do Florescer é a introdução do atendimento psicológico nas unidades. Nas três unidades, as coordenadoras relataram que a terapia foi bem aceita entre as mulheres.

“Saúde mental é um tema de urgência. Na zona Rural, ainda há um estigma sobre apoio psicológico, por ser algo cultural e do machismo, claro. A mulher é construída para ser forte, um pilar da família, que não pode demonstrar ‘fraqueza’. Mas elas receberam muito bem, querem participar e estão assíduas nas sessões, o que mostra que o cuidado não é apenas com o corpo, mas com a mente”, contou a coordenadora do Florescer Salobro, Layse Oliveira Leal.

O Florescer é um ponto de começo. Dentro dos programas, as mulheres criam amizades e vínculos com as atendidas e funcionárias. Grupos de danças, como os realizados pelo Florescer Norte, foram iniciativas das próprias mulheres para estarem cada vez mais conectadas.

Comunicação também é ferramenta de fortalecimento das mulheres

Grupos de aplicativo WhatsApp, compostos por mulheres estão presentes em todos os núcleos, são uma forma de comunicação externa para compartilhar fotos dos momentos, prestar depoimentos e agradecimentos. As Sun Flowers, mulheres mães que construíram o grupo de dança do Florescer Norte, criaram o Instagram das atividades das dançarinas. Na biografia da rede social, se identificam como trabalhadoras, empoderadas e lindas.

“É um ponto de começo e recomeço para muitas delas. O serviço tem muitos dos símbolos que carrega, o mandacaru que floresce, apesar dos seus espinhos, são como essas mulheres, com dores, mas reconhecem sua beleza, sua força, seu poder feminino. As ações do serviço abrem essas oportunidades. Ela floresceu de verdade, tudo se conecta, funciona. Muda vidas de verdade e para melhor”, afirma Maria Lourdes, coordenadora do Florescer Sudeste.

Ainda por conta da comunicação, foi que Francilene Cavalcante, de 48 anos, conseguiu montar seu próprio negócio. A mulher, que era atendida pelo Centro de Referência da Mulher em Situação de Violência – Esperança Garcia (Creg), outro serviço oferecido pela SMPM, passou a ser acompanhada pelo Florescer e realizou um curso de artesanato.

Ela começou a frequentar o serviço sem compromisso, através de amigas pelo WhasApp, mas desde que foi inserida, é uma das mulheres mais assíduas do Florescer. Através das amigas que conquistou no serviço, é motivada diariamente a fabricar seus produtos e vender para comunidade. “Aqui sinto vontade de viver”, conta emocionada. “Fiz amigas, faço acompanhamento psicológico e sou muito bem tratada. Sou uma nova mulher”, finaliza.

Foto: Divulgação (SMPM)

 

Secretaria da Mulher firma parceria com Instituto Avon para abrigamento de mulheres em situação de violência

A Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) firmou parceria com o Instituto Avon (IA) junto ao Programa Acolhe, que prevê o acolhimento temporário de mulheres e meninas em situação de violência doméstica em Teresina. A iniciativa é mantida pelo Fundo de Investimento Social pelo Fim da Violência Contra as Mulheres e Meninas, criado pelo IA e pela rede de hotéis Accor.

De acordo com a secretária-executiva da SMPM, Marcela Portela, a principal atuação do programa é reduzir os impactos da violência contra as mulheres, apoiando os serviços públicos de abrigamento e proteção. Em Teresina, a SMPM através do Centro de Referência da Mulher em Situação de Violência – Esperança Garcia (Creg), torna-se porta de entrada para as mulheres em situação de violência.

“A mulher em risco passa pela triagem e avaliação no nosso serviço de referência”, explica Marcela. “Mulheres sem abrigamente, recebem hospedagem, alimentação, serviço jurídico e psicológico através do Programa Acolhe por 15 dias”, destaca a secretária-executiva.

No local, as mulheres podem se acomodar juntamente com seus filhos que sejam menores de 18 anos. Ainda conforme Marcela Portela, o projeto vem agregar a construção ao trabalho que vem sendo desenvolvido pela Secretaria da Mulher no que diz respeito ao enfrentamento das violências.

“Nós buscamos esse diálogo com o Instituto Avon para poder somar forças com as parcerias e o serviço que já oferecemos através da Secretaria da Mulher”, ressalta a secretária. “Foi uma iniciativa que tomamos e vem se tornando positiva nas reuniões que já tivemos com os responsáveis pelo Programa Acolhe”, finaliza Marcela.

Mulheres atendidas pelo Creg participam de projeto nacional de cinema em Teresina

O acesso ao debate sobre a condição da mulher na sociedade ainda é pouco debatido. A falta desses problemas, por sua vez, corrobora com que assuntos sobre o machismo e enfrentamento à violência doméstica estejam cada vez menos na mira de soluções. Pensando nisso, a Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) de Teresina, através do Instituto Cultura em Movimento (ICEM) realizou nesta sexta-feira (12) uma sessão de cinema com as mulheres atendidas pelo Centro de Referência da Mulher em Situação de violência Esperança Garcia (CREG).

No espaço, as mulheres são acompanhadas com psicólogas, serviço jurídico e social para romper o ciclo da violência. O documentário escolhido para as mulheres chama-se “Carne” e narra as diferentes fases da vida das mulheres narradas através de vozes femininas. Após a exibição, foi realizada uma roda de conversas com as mulheres que participaram da sessão sobre o documentário e o papel da mulher na sociedade.

Para a Secretária, Karla Berger, a atividade coloca Teresina em uma importante rota de debates sobre gênero e cinema. “O Centro de Referência tem como maior objetivo romper o ciclo de violência e machismo”, analisa. “E assim, por meio da cultura, a gente consegue trazer uma nova visão sobre a vida dessas mulheres”, conclui a secretária.

Maria*, uma das mulheres atendidas pelo CREG, ficou emocionada ao longo da sessão e destacou que se identificou em diversas situações expostas no documentário. Ela confessa que inicialmente estava com dificuldades emocionais para sair de casa, mas que estava feliz de ter participado do momento.

“Tenho certeza de que sairei daqui muito mais corajosa”, frisou a mulher atendida. “Desde que entrei no serviço, minha voz como mulher está muito mais fortalecida, me sinto muito mais empoderada”, finaliza Maria.

Realizado há vinte anos em todas as capitais brasileiras, em 2021, foi executado em modelo híbrido – virtual, através do Instagram da agente mobilizadora do Piauí, Vitória Pilar, e presenciais. Nesta edição, o projeto se chamou “Cinema nas Redes” e trouxe o debate da violência de gênero, empoderamento feminino e direitos da mulher.

*Nome fictício para poder preservar a identidade da vítima

Sobre o Cinema em Movimento

A Mostra de Cinema é realizada no período de agosto a novembro com a temática Mulher. O projeto é executado pela MPC Filmes, com produção de estudantes universitários dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal. Cada estudante realizará 8 live-debates em seus perfis no Instagram, e terá como convidadas/os/es realizadoras/es dos filmes e especialistas na temática proposta. Algumas sessões também estão previstas para acontecer de forma presencial.

Entre os títulos selecionados estão “Mexeu com uma, mexeu com todas”, que reúne depoimentos de mulheres que sofreram abuso sexual, além dos curtas “Seremos Ouvidas”, com mulheres do Movimento Feminista Surdo, e da animação “Carne”. Entre os agentes mobilizadores, estão estudantes dos cursos de Direito, Antropologia, Jornalismo, Letras, História, Música e Ciências Sociais.

Mulheres atendidas pelo Serviço Florescer participam de oficina de Bolsas

Com um mundo globalizado e o mercado de trabalho cada vez mais exigente, aliado à pouca oferta de emprego formal, muitas mulheres encontram-se em situação de desemprego. Pensando nisso, a Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) realizou nessa terça-feira (9), uma oficina profissionalizante de bolsas com as mulheres atendidas pelo serviço Florescer Sudeste.

A realização da oficina  profissionalizante no Florescer visa empoderar mulheres através da busca pela autonomia financeira. A  Secretária da SMPM, Karla Berger, pontua que o incentivo à independência financeira é a principal ferramenta para o cumprimento da missão Serviço: empoderar as mulheres.

 

(Foto: Ascom SMPM)

“A mulher moderna tende a buscar cada vez mais sua independência. A Secretaria da Mulher tem com um dos seus objetivos oferecer mecanismos para proporcionar essa independência de forma equânime a todas as mulheres”, analisa a secretária. “Dessa forma, oficinas como essas são de suma importância para incentivar a autonomia financeira”, conclui Karla Berger.

(Foto: Ascom SMPM)

É o caso de Antônia Lúcia, uma das mulheres atendidas pelo Serviço. Ela explica que conheceu o serviço através do convite de uma amiga e participou da oficina para poder empreender e ter um aumento de renda.

“Hoje foi um dia fundamental, um dia de muito aprendizado, fico muito feliz por não ter deixado a oportunidade passar”, comemora Antônia. “Tenho certeza que depois dessa oficina será muito  útil para minha carreira profissional”, finalizou a mulher.

(Foto: Ascom SMPM)

Mulheres atendidas pelo Serviço Florescer participam de projeto nacional de cinema

O debate sobre as condições de desigualdades de gênero ainda acontecem na nossa sociedade de forma pouco didática. Essa situação, por muitas vezes, é o que provoca o pouco acesso e conhecimento dos serviços e direitos destinados para mulheres em todo o Brasil. Pensando nisso, a Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) de Teresina, através do Instituto Cultura em Movimento (ICEM), realizou nesta terça-feira (9) uma sessão de cinema com as mulheres atendidas pelo Serviço Florescer, localizado no Povoado Salobro, zona rural da capital.

Fotos: Ascom SMPM

O documentário escolhido para as mulheres chama-se “Carne”. Apresentado em uma animação, ele narra diferentes fases da vida das mulheres narradas através de vozes femininas, representando suas experiências distintas.  Após a exibição, foi realizado uma roda de conversas com as mulheres que participaram da sessão sobre o documentário e o papel da mulher na sociedade

Para a Secretária a SMPM, Karla Berger, a escolha do projeto em contemplar o Serviço Florescer proporciona que as mulheres atendidas estejam cada vez mais incluídas nas discussões sobre o gênero feminino. Isso porque, o público atendido pelo serviço é compreendido por mulheres que vivenciam duplas e triplas jornadas – maternidade, profissão, atividades domésticas, estudo.

“Com isso, muitas mulheres quase não têm tempo para estar dentro das discussões que permeiam as suas próprias existências”, analisa. “São atividades e parcerias como essas que podem trazer elas para dentro, aguçar o conhecimento sobre seus direitos, provocar o verdadeiro empoderamento feminino”, conclui a secretária.

Geisiele Pereira, uma das mulheres atendidas, relata que ficou bastante emocionada durante a sessão. Ela conta que se identificou com os relatos descritos no documentário e frisou a necessidade de se emponderar enquanto mulher para poder ser respeitada. Além disso, pontuou a existência de serviços como o Florescer, que fortalecem o compromisso de garantir o acesso à informação dos seus direitos, saúde, lazer e acolhimento.

“É impossível não se emocionar quando a gente percebe que todas as mulheres tem histórias parecidas por conta do machismo”, conta Geisiele. “Desde que entrei no serviço tenho reconhecido cada vez mais a importância do empoderamento feminino, de ser dona da minha própria voz”, destaca a mulher.

Realizado há vinte anos em todas as capitais brasileiras, em 2021, foi executado em modelo híbrido – virtual, através do instagram da agente mobilizadora do Piauí, Vitória Pilar, e presenciais. Nesta edição, o projeto se chamou “Cinema nas Redes” e trouxe o debate da violência de gênero, empoderamento feminino e direitos da mulher.

Sobre o Cinema em Movimento

A Mostra de Cinema é realizada no período de agosto a novembro com a temática Mulher. O projeto é executado pela MPC Filmes, com produção de estudantes universitários dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal. Cada estudante realizará 8 live-debates em seus perfis no Instagram, e terá como convidadas/os/es realizadoras/es dos filmes e especialistas na temática proposta. Algumas sessões também estão previstas para acontecer de forma presencial.

Entre os títulos selecionados estão “Mexeu com uma, mexeu com todas”, que reúne depoimentos de mulheres que sofreram abuso sexual, além dos curtas “Seremos Ouvidas”, com mulheres do Movimento Feminista Surdo, e da animação “Carne”. Entre os agentes mobilizadores, estão estudantes dos cursos de Direito, Antropologia, Jornalismo, Letras, História, Música e Ciências Sociais.

No Piauí, o projeto é coordenado pela estudante de jornalismo da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Vitória Pilar. Frente à execução das atividades no estado desde 2019, a jovem destaca que as ações promovidas pelo ICEM colocam o Piauí em uma importante rota de debates sobre temas sociais e democratiza o acesso de mais pessoas às obras em audiovisual produzidas no Brasil.