Mães se despedem do Amor de Tia Sudeste e mais mulheres serão selecionadas

A festa de confraternização do Amor de Tia Sudeste marcou o fechamento de um ciclo para muitas mães que participaram do serviço. Uma nova lista foi enviada ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) para selecionar as mães em situação de vulnerabilidade que se encaixam no perfil de atendimento do serviço oferecido.

O encerramento foi um momento de muita alegria, harmonia, e também vários depoimentos de agradecimento à equipe do espaço. Maria de Fátima Ferreira, 22 anos, é mãe da Ághata Sofia, de três anos. Ela entrou no Amor de Tia em 2018 e falou um pouco sobre a contribuição da unidade na sua vida durante o tempo que foi atendida. “Só estou triste porque minha filha vai sair, mas sou grata a tudo que fizeram por ela e por mim. Aqui aprendi muita coisa, pois fiz diversos cursos, participei de palestras, oficina roda de conversa. Vou sempre carregar no meu coração tudo que vivi aqui”, declarou.

A coordenadora da unidade, Maria de Lourdes Mendes, explica que o projeto estabelece uma idade para início e o término no acolhimento dessas crianças, o que possibilita que novas mães e crianças possam ser beneficiadas. “Nossa expectativa é sempre alcançar o maior número atendimento de mulheres em situação de vulnerabilidade. Já estamos preparando tudo para que as novas mães se sintam bem acolhidas, queremos ajudá-las. É sempre um grande prazer receber todas essas mulheres. Estaremos aqui em qualquer momento para oferecer todo o apoio e, além do acolhimento as suas crianças, disponibilizar cursos, capacitações, dentre outros, possibilitando um maior empoderamento dessas mulheres”, afirma a coordenadora.

O Serviço de Atendimento às Mulheres e suas Crianças: Amor de Tia oferece auxílio a mulheres em situação de vulnerabilidade social e violência em Teresina.  As duas unidades, Norte e Sudeste, desenvolvem estratégias de empoderamento feminino, acolhimento e também de desenvolvimento psicossocial a crianças de 1 ano a 2 anos e 9 meses. O Amor de Tia Sudeste fica localizado na Rua Santa Luzia, s/n, bairro Alto da Ressurreição. Mais informações através do telefone: (86) 3234 2620.

Mulheres participam na sexta (09) de roda de conversa sobre relacionamentos afetivos

Com os índices de violência contra a mulher crescendo em suas mais variadas tipificações, torna-se necessário cada vez mais orientar mulheres sobre os relacionamentos afetivos. Para falar sobre a temática, será realizada uma roda de conversa nesta sexta-feira (07), às 9h, no Centro de Referência Esperança Garcia (CREG), localizado na Rua Benjamin Constant, 2170, região Centro Norte de Teresina.

A atividade será mediada pela psicóloga Amanda Graziela e tem como finalidade desmitificar conceitos e trazer reflexões sobre o tema. “Essa atividade é exatamente para trazer uma reflexão sobre os relacionamentos afetivos. Não é um trabalho terapêutico, mas tem efeitos terapêuticos, porque permite a troca de vivências, de situações e de histórias que cada uma passa, e isso acaba trazendo uma aproximação e identificação”, diz a especialista.

A psicóloga relata ainda que a roda de conversa permite que as mulheres consigam desenvolver uma autonomia para que possam identificar determinados comportamentos que firam sua integridade dentro das relações. “Vamos aprofundar os assuntos, discutir, falar sobre os equilíbrios que devem existir que não há superioridade e sim uma troca igual dentro de cada relação”, finaliza.

O Centro de Referência Esperança Garcia, unidade vinculada à Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SMPM), atende mulheres em situação de violência doméstica, familiar ou de gênero, oferecendo atendimento psicossocial e jurídico. Mais informações podem ser obtidas pelo número: (86) 3233- 3798.

 

Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento elabora projeto voltado para igualdade de gênero em Teresina

Representantes da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM) receberam, em solenidade realizada no auditório da Academia Piauiense de Letras, o relatório “Mulheres Resilientes: Cidades Resilientes”. O documento, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), visa auxiliar na elaboração de políticas públicas para as mulheres na região metropolitana de Teresina.

O projeto foi realizado com base em diagnósticos, construções coletivas e aprofundamentos em pesquisas. O objetivo é formular a criação de propostas e soluções para igualdade de gênero e empoderamento econômico de mulheres na capital.

As atividades do projeto foram desenvolvidas nas cidades de Teresina, Demerval Lobão, José de Freitas, Nazária e Timon, no Maranhão. Juntas, essas cidades concentram cerca de 1,5 milhão de habitantes.

A analista do Programa de Gênero e Raça da Pnud Brasil, Ismália Afonso, destacou o que o projeto representa para as mulheres e para a sociedade em geral.“Esse projeto é um esforço de identificação, aprofundamento de problemas e propostas de solução para a igualdade de gênero. Na oportunidade, apresentamos um conjunto de 20 propostas voltadas a melhorar a capacidade produtiva das mulheres jovens dessa região. Fizemos todo esse rol de sugestões com base em um trabalho de um ano de diagnóstico. Com tudo isso, pretendemos que os poderes públicos consigam melhorar a perspectiva de gênero no desenho das suas ações”, enfatizou a analista.

Para a secretária da SMPM, Macilane Gomes, o relatório marca a chegada de uma ferramenta importante para o avanço da implementação de políticas públicas para as mulheres de Teresina.

“Será um instrumento para analisar problemas, com base nas ações que já executamos e potencializar essas atividades que vêm sendo realizadas. Olhando as referências, achei interessante que colocaram várias leis municipais. O próprio Plano Municipal de Políticas para as Mulheres virou uma referência. Ficamos satisfeitas, pois mostra que estamos antenados e no caminho certo”, finalizou.

Guarda Municipal inicia em fevereiro monitoramento com mulheres em situação de violência

Os guardas municipais da Prefeitura de Teresina realizarão, a partir de fevereiro, visitas periódicas para monitorar o cumprimento das medidas protetivas de urgência de 40 mulheres em situação de violência doméstica e familiar. O Projeto Patrulha Maria da Penha atenderá inicialmente as mulheres acompanhadas pelo Centro de Referência Esperança Garcia (CREG).

Para implantação do projeto, de iniciativa da Secretaria Municipal de Cidadania assistência social e Políticas Integradas (Semcaspi) em parceria com a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), os guardas municipais participaram de capacitação no mês de janeiro. Contou ainda com visita técnica, realizada por representante da SMPM, para conhecer a experiência exitosa de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde a patrulha já é executada.

Na capital gaúcha, a gerente de enfrentamento à violência da SMPM, Lidiane Oliveira, conheceu os protocolos de atendimento da organização, formas de abordagens nas situações de violência apresentadas pelas mulheres e realizou visitas às residências de mulheres que recebem acompanhamento em Porto Alegre.

“A experiência nos possibilitou conhecer como eles trabalham essa proposta de monitoramento com as mulheres. No Projeto, a visita técnica, além de agregar muitos conhecimentos, gerou também fluxos de natureza administrativa para Teresina. Poderemos alinhar alguns pontos do nosso protocolo, a partir da atuação realizada em Porto Alegre”, afirma Lidiane Oliveira.

A Gerente de Enfrentamento à Violência da SMPM, Lidiane Oliveira, durante visita ao comando da Patrulha Maria da Penha em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

A gerente esclarece que a ideia não é trabalhar o projeto em Teresina da mesma forma que acontece em Porto Alegre. “Cada espaço tem suas singularidades. Buscamos perceber quais foram as dificuldades enfrentadas inicialmente no processo de implantação na capital gaúcha. A ideia é trazer essas informações para que nosso serviço funcione de forma eficiente”, conclui.

No Brasil, o projeto Patrulha Maria da Penha foi implantado pela primeira vez em Porto Alegre (RS), em 2012. O estado se tornou referência no monitoramento de medidas protetivas contra mulheres vítimas de violência. Atualmente o projeto já presente em Pernambuco, Minas Gerais, Pará e Paraná.

Campanha “Marcas da Alegria” irá alertar sobre violência de gênero no Carnaval

Inicia neste domingo (26) e seguem nos dias 02 e 09 de fevereiro, na 3ª Edição do The Vejo na Ponte, as ações da campanha “Marcas da Alegria”, que visa enfrentar a violência de gênero na capital. Idealizada pela Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SMPM), a campanha faz uma sensibilização por meio da distribuição de material educativo. O The Vejo na Ponte este ano acontece como prévia carnavalesca, na Ponte Estaiada, a partir das 17h.

“Estaremos também em todos os eventos de prévias de carnaval realizados pela Prefeitura de Teresina, como escolha do rei e rainha de carnaval, concurso de marchinhas e corso. Essa é uma campanha de enfrentamento à violência, principalmente ao assédio no carnaval, onde se tem a ideia de que na folia tudo é permitido. Nosso foco principal é no enfrentamento ao assédio que é uma forma de violência de gênero”, enfatiza a assistente social da SMPM, Caroline Leal.

Ainda segundo a assistente social, na oportunidade também será divulgado o Centro de Referência Esperança Garcia (CREG), que atende mulheres em situação de violência doméstica e de gênero. “A nossa intenção é que cada vez mais mulheres em situação de violência possam ter um acompanhamento especializado, que é realizado gratuitamente por psicólogo, assistente social e advogado no Centro de Referência”, pontua.

A campanha que vem sendo realizada na cidade de Teresina desde 2014, dessa vez conta com o apoio da Secretaria Municipal da Juventude (SEMJUV), Fundação Cultural Monsenhor Chaves (FCMC) e Conselho Municipal de Direito das Mulheres (CMDM).

“Nesta edição também serão disponibilizadas placas educativas para que os foliões tirem fotos e espalhem a campanha nas redes sociais. Esse será mais um canal estratégico que utilizaremos como divulgação”, conclui a assistente social.

Não é Não

Durante os três dias do The Vejo na Ponte, a SMPM juntamente com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec) estará apoiando a campanha idealizada pelo coletivo nacional “Não é Não”, que distribuirá gratuitamente mais de três mil tatuagens temporárias em apoio a uma campanha pela não violência contra mulher.  A ação visa levantar o debate sobre o enfrentamento ao assédio às mulheres em festas de carnaval.

Unidades da Prefeitura capacitaram 474 mulheres somente no ano de 2019

Os programas de formação e qualificação profissional para mulheres da Prefeitura de Teresina atingiram números bastante expressivos no ano de 2019. Segundo dados da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SMPM), foram 474 mulheres beneficiadas por cursos profissionalizantes no ano referente.

Os cursos profissionalizantes são ofertados nas unidades vinculadas à Prefeitura e SMPM, como Serviço de Atendimento às Mulheres e suas Crianças: Amor de Tia (Norte e Sudeste) e Centro de Referência Esperança Garcia (CREG).

Foram oferecidos cerca de 26 cursos de formação profissionalizante nas mais diversas habilidades. Entre eles estão: oficinas de empreendedorismo, curso de patchwork, manicure e pedicure, confecção de bonecas de pano, depilação, oficina de biscuit, chocolate (ovos de páscoa e bombons), bolos, entre outros.

“Sabemos que a emancipação econômica é muito importante para o desenvolvimento de uma pessoa, e esse trabalho de emancipação é ainda mais importante quando é feito com mulheres em situação de vulnerabilidade ou violência doméstica. Com essas capacitações, essas mulheres se sentem mais valorizadas, não só no aspecto financeiro, mas no sentido pessoal e psicológico”, declara Psicóloga da SMPM, Joseli Barbosa.

A dona de casa Kenia Rodrigues, de 27 anos, que frequenta o Amor de Tia Sudeste há cerca de dois anos, foi uma das mulheres que participou dos programas de qualificação profissional e comenta sobre algumas das atividades que desenvolveu nas oficinas. “O curso me ajudou bastante, foi muito bom. Me qualifiquei na área de gastronomia, aprendi a fazer bolos e ovos de páscoa, e também participei do curso para confecção de bolsas artesanais. Pretendo fazer outros cursos esse ano, em outras áreas”, declara.

Muitas mulheres que participam das oficinas decidem abrir seu próprio negócio após finalizarem as atividades. Foi o caso da Naiane Costa, de 21 anos, que frequenta o Amor de Tia Norte há cerca de três anos, e hoje trabalha com lembranças artesanais e cartões. Ela aprendeu a desenvolver os produtos nos cursos para confecção de bonecas de pano e bolsas artesanais.

“Toda a equipe do centro me ajudou bastante, abriram meus olhos, me apoiaram na abertura do meu empreendimento. Participei de cursos, palestras e, através deles, consegui ampliar as minhas ideias. Eu só tenho a agradecer por eles trazerem esses cursos e essas capacitações, essas atividades nos tornam cada vez mais empoderadas. Eu aprendi muito lá e quero continuar aprendendo”, afirma Naiane.

Projeto de dança une mulheres pelo fim da violência de gênero

Quando o grupo de mulheres acompanhadas pelo Centro de Referência Esperança Garcia (CREG) reúne-se para atividade de dança, as transformações acontecem além do que os olhos podem ver. A prática tem sido uma forma de reinventar a vida, dando para elas novas cores, sons, movimentos múltiplos de singularidade para o enfrentamento da violência de gênero.

A atividade denominada “Mulheres que dançam” é um projeto de iniciativa do CREG em conjunto com a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM) e acontece uma vez ao mês. O Projeto busca proporcionar alegria, interação e bem-estar às mulheres atendidas, procurando ajudar também, cada vez mais, no fortalecimento e no rompimento do ciclo de violência sofrido.

A voluntária e professora, Ana Lídia, afirma que a dança é uma atividade que tem contribuído com a autoestima e empoderamento dessas mulheres. “Estamos no quinto mês da atividade e percebo que elas gostam muito, pois a dança ajuda na situação de enfrentamento da violência que elas vivenciaram. Além de ajudar na melhora da autoestima, desenvoltura, timidez, percebo que elas se já se soltam mais durante as aulas. É um momento agradável e de alegria para elas”, considera.

A.S, desempregada, de 32 anos, que frequenta a unidade há cerca de um ano, afirma que mesmo com a limitação de uma deficiência se sente bastante motivada em participar do momento. “Mesmo com a deficiência que tenho em um braço e perna, muitas vezes chego com dores, e com as atividades de alongamento e dança acaba passando todas as dores, e além de contribuir com a autoestima a gente sai com as energias renovadas para enfrentar o dia e o momento ruim que passei desaparece cada vez mais. Mesmo com a minha deficiência eu consigo dançar, no meu limite, mas eu consigo. E a mesma determinação que estou tendo na aula de dança procuro levar para minha vida”, pontua.

Já a segurança particular, D.S, por considerar o momento bastante atrativo e com diversos benefícios avalia que a atividade deveria ser realizada mais vezes.  “A dança contribui de várias formas. É uma atividade que nos traz alegria e benefícios para o corpo, além de me ajudar a esquecer toda violência sofrida. Uma distração e eu até preferia que fossem mais dias e não apenas uma vez por mês”, relata.

O Centro de Referência Esperança Garcia oferece atendimento social, psicológico e jurídico para mulheres em situação de violência em Teresina e desenvolve diferentes práticas integrativas complementares.  Entre janeiro e novembro de 2019 o Centro acompanhou 384 mulheres que sofreram algum tipo de violência na cidade de Teresina. Segundo levantamento realizado pela SMPM, juntamente com o CREG, dessas mulheres 125 foram inseridas no serviço no ano de 2019 e 259 já realizam acompanhamento na unidade. Através do atendimento especializado e trabalho de conscientização, somente nesse ano 15 mulheres conseguiram romper o ciclo de violência.

“O propósito da dança é reunir, esclarecer, descobrir todos os aspectos da vida. No dia de hoje, a usamos especialmente para enaltecer a mulher, que precisa se redescobrir, se aceitar, se respeitar. Por isso, procuramos essa harmonia. A atividade funciona também como mais um dos momentos de fortalecimento para que ela consiga cada vez mais romper esse ciclo de violência,” finaliza a gerente de enfrentamento a violência da SMPM, Lidiane Oliveira.

Mais informações sobre os serviços oferecidos pelo Centro podem ser obtidas por meio do telefone: (86) 3233-3798.

Selo Dona Saló: comissão inicia processo de avaliação das empresas

As empresas que realizaram inscrição na 2ª edição do Selo Dona Saló estão passando por um processo de avaliação.  Nesta etapa, a equipe técnica especializada está disponibilizando questionários para que os funcionários descrevam as atividades desenvolvidas em prol da equidade de gênero de acordo com os critérios estabelecidos em edital.

Essa etapa de acompanhamento, através das visitas, serve para estabelecer um contato mais próximo com os colaboradores de cada empresa, para esclarecimento de dúvidas e informações, entre outros. Após essas visitas, será elaborado um portfólio com as considerações da comissão que fará uma avaliação final.

“É importante que o questionário seja respondido de forma clara e completa, pois todas as informações colocadas lá irão compor o portfólio da empresa, juntamente com as considerações da comissão”, esclarece a analista em Gestão Pública da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), Ana Régia Nolêto.

No total, 17 empresas estão participando dessa fase. Dentre elas, serão selecionadas nove empresas que irão concorrer aos prêmios nas categorias de pequenas, médias e grandes empresas. O Selo Dona Saló – empresa promotora de equidade de gênero – será concedido a pelo menos três empresas de cada categoria.

A analista de Recursos Humanos do Hospital de Olhos Francisco Vilar, Flávia Marques, uma das empresas que estão concorrendo ao Selo, enfatizou a importância de dar esse reconhecimento às empresas que fazem um trabalho diferenciado de valorização do trabalho feminino.

“Não é fácil fazer um trabalho de equidade, porque a gente tem raízes culturais que ainda permanecem muito fortes na sociedade. Somos uma empresa com mais de 40 anos no mercado e sempre buscamos valorizar o trabalho feminino, nossa essência é feminina, é do empoderamento feminino, de desenvolver mulheres para que possam ter autonomia”, afirma Flávia.

As empresas serão avaliadas pelos critérios de empregabilidade e liderança de mulheres, igualdade salarial, saúde e qualidade de vida, educação, prevenção e violência, todos voltados para o público feminino. A cerimônia de concessão do Selo vai ser realizada no mês de março, em evento alusivo ao mês da mulher.

O Selo Dona Saló é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SEMDEC) em parceria com a Universidade Federal do Piauí (UFPI). O objetivo é promover o reconhecimento de empresas privadas que atuam ou estabeleçam projetos, programas ou ações em prol da equidade de gênero na cidade de Teresina.

Guardas Municipais são capacitados para atuação no projeto Patrulha Maria da Penha

Compreender o fenômeno da violência contra a mulher. É com este objetivo que está sendo realizada uma capacitação com os guardas municipais que vão atuar no projeto Patrulha Maria da Penha. A atividade iniciou nesta segunda-feira (13) e segue até quinta-feira (16), nos turnos manhã e tarde, no auditório da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).

“Hoje trabalhamos o conceito de gênero, violência e patriarcado, apresentando os tipos de violência existentes e os números dentro da nossa cidade. Nos outros dias de capacitação vamos trabalhar dentro da perspectiva do módulo ‘vamos’, que são módulos de sensibilização para a temática de violência. Nosso objetivo é deixar esses profissionais cada vez mais preparados e com o olhar de gênero para homens e mulheres, eles precisam compreender o que é esse fenômeno de violência contra a mulher”, destacou a gerente de Enfrentamento à Violência da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Lidiane Oliveira.

Segundo Marfisa Mota, assessora técnica da Semcaspi, o projeto servirá para proteger e monitorar as medidas protetivas direcionadas às mulheres vítimas de violência no município de Teresina. “Essa é uma iniciativa bastante louvável, principalmente nesse momento que vivemos da realidade brasileira, no qual mulheres sofrem violência a todo momento. Então, a Patrulha vai ter esse importante trabalho dentro da sociedade e da nossa cidade, além de prevenir, proteger e monitorar, ela tem um papel educativo”, afirmou.

A guarda municipal Lorena Sousa, uma das participantes da capacitação, se diz feliz em participar da atividade, e que assim vai poder proporcionar a essas mulheres um atendimento mais adequado. “Não podemos apenas assistir esses casos de violência, temos que agir, e a Guarda Municipal está aqui para fazer esse acolhimento adequado. Estamos muito felizes em receber esse treinamento, pois vamos poder oferecer esse acolhimento diferenciado e qualificado”, afirmou.

A Patrulha Maria da Penha é uma iniciativa da Semcaspi em parceria com a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM). O projeto que funciona também em alguns lugares do país como, Rio de Janeiro, Rondônia, consiste na realização de visitas periódicas às residências de mulheres em situação de violência doméstica e familiar para verificar o cumprimento das medidas protetivas de urgência e reprimir eventuais atos de violência.

Guardas Municipais são capacitados para atuação no projeto Patrulha Maria da Penha

Compreender o fenômeno da violência contra a mulher. É com este objetivo que está sendo realizada uma capacitação com os guardas municipais que vão atuar no projeto Patrulha Maria da Penha. A atividade iniciou nesta segunda-feira (13) e segue até quinta-feira (16), nos turnos manhã e tarde, no auditório da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).

“Hoje trabalhamos o conceito de gênero, violência e patriarcado, apresentando os tipos de violência existentes e os números dentro da nossa cidade. Nos outros dias de capacitação vamos trabalhar dentro da perspectiva do módulo ‘vamos’, que são módulos de sensibilização para a temática de violência. Nosso objetivo é deixar esses profissionais cada vez mais preparados e com o olhar de gênero para homens e mulheres, eles precisam compreender o que é esse fenômeno de violência contra a mulher”, destacou a gerente de Enfrentamento à Violência da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Lidiane Oliveira.

Segundo Marfisa Mota, assessora técnica da Semcaspi, o projeto servirá para proteger e monitorar as medidas protetivas direcionadas às mulheres vítimas de violência no município de Teresina. “Essa é uma iniciativa bastante louvável, principalmente nesse momento que vivemos da realidade brasileira, no qual mulheres sofrem violência a todo momento. Então, a Patrulha vai ter esse importante trabalho dentro da sociedade e da nossa cidade, além de prevenir, proteger e monitorar, ela tem um papel educativo”, afirmou.

A guarda municipal Lorena Sousa, uma das participantes da capacitação, se diz feliz em participar da atividade, e que assim vai poder proporcionar a essas mulheres um atendimento mais adequado. “Não podemos apenas assistir esses casos de violência, temos que agir, e a Guarda Municipal está aqui para fazer esse acolhimento adequado. Estamos muito felizes em receber esse treinamento, pois vamos poder oferecer esse acolhimento diferenciado e qualificado”, afirmou.

A Patrulha Maria da Penha é uma iniciativa da Semcaspi em parceria com a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM). O projeto que funciona também em alguns lugares do país como, Rio de Janeiro, Rondônia, consiste na realização de visitas periódicas às residências de mulheres em situação de violência doméstica e familiar para verificar o cumprimento das medidas protetivas de urgência e reprimir eventuais atos de violência.